terça-feira, 30 de abril de 2013

Bento XVI volta para o Vaticano nesta quinta-feira


Nesta quinta-feira, 2, o Papa Emérito Bento XVI voltará para o Vaticano, onde habitará, como anunciado, no convento Mater Ecclesiae.

O retorno de Bento XVI será de helicóptero por volta de 16h30-17h (horário local, 21h30-22h em Brasília). Ele partirá da residência pontifícia de Castel Gandolfo, onde tem residido nos últimos dois meses.

A notícia foi confirmada aos meios de comunicação pelo diretor da Salta de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi. Respondendo aos jornalistas que queriam saber sobre a saúde de Bento XVI, o porta-voz vaticano afirmou: "É um homem ancião, debilitado pela idade, mas não tem nenhuma doença".

Bento XVI anunciou sua renúncia como Bispo de Roma em 11 de fevereiro de 2013 e renunciou oficialmente no dia 28 de fevereiro do mesmo ano. Após dois dias de Conclave, os Cardeais votantes elegeram o novo Papa, Cardeal Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco. 
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Conheça o milagre que levou Nhá Chica à beatificação



O milagre que permitiu a beatificação de Francisca de Paula de Jesus, conhecida como Nhá Chica, foi a cura de um grave problema de nascença no coração da professora aposentada Ana Lúcia Meirelles Leite.

A miraculada, como é chamada a pessoa que recebe um milagre, estará na cerimônia que tornará Nhá Chica beata no dia 4 de maio em Baependi (MG) e revela que a emoção é grande. “Nossa Senhora! A emoção está aflorando a toda hora. Eu não sei como vou aguentar!" A Missa de Beatificação de Nhá Chica será transmitida ao vivo pela TV Canção Nova, no dia 4 de maio, às 15 horas.

A expectativa é compreensível. O diagnóstico de Ana Lúcia foi descoberto em 1995. A professora teve uma isquemia ocular, e ao investigarem as causas, os médicos descobriram o problema no coração. "O sangue passava por caminhos errados, causando hipertensão pulmonar, fadiga e cansaço. Eu precisava operar imediatamente", explica a aposentada.
Médicos de Varginha (MG), Belo Horizonte (MG) e São Paulo a atenderam e foram unânimes em indicar a cirurgia imediatamente. Dona Ana Lúcia conta que rezou, pedindo à Nhá Chica que intervisse em seu caso. Três dias antes da data marcada para a cirurgia, ela teve febre e não pôde operar. Seis meses se passaram e ela se sentia cada vez melhor.
Somente depois desse tempo, Ana Lúcia voltou aos médicos para fazer novos exames. Um dos exames que normalmente era feito em 40 minutos, naquele dia, levou duas horas. “Eu entubada, só rezava Salve Rainha, Ave Maria e pedia à Nhá Chica que olhasse por mim. Acabado o exame, o médico me pede para aguardar um minuto, desesperei, mas em momento nenhum deixei de acreditar na intervenção de Nhá Chica", recorda.
O médico estava impressionado. Ana Lúcia conta que após o exame, ele logo a chamou e lhe perguntou se ela continuaria afirmando que não havia sido operada. “Eu disse assim: doutor eu ia ser operada, três dias antes eu tive febre e somente hoje volto para marcar a nova cirurgia. Então ele me falou: o que a senhora ia fazer está feito, muito bem feito, alguém costurou isso aí para a senhora. A senhora fez uma cirurgia espiritual? Pediu a alguém? E eu falei: pedi sim doutor, pedi à santa que deve ser beatificada logo, perto da minha cidade. E ele disse: pois a senhora vai agradecer, a medicina e a ciência não explicam o que houve com a senhora. A senhora está ótima”.
Quase 20 anos já se passaram, e o problema não voltou. Médicos, teólogos e cardeais analisaram o caso no Vaticano, e não foi encontrada explicação científica.
Ana Lúcia diz que não sabe explicar porque foi “escolhida” para receber esse milagre, mas agradece, e em retribuição testemunha a devoção à Nhá Chica, por onde passa. “Falo com todos, ajudo a todos que precisam e que estejam na mesma situação, desesperados. Eu tento pedir a eles que façam a mesma oração, que peçam à Nhá Chica com a mesma fé que eu pedi”. 
Depois da beatificação de Nhá Chica, o último passo, é a canonização, ou seja, ser declara santa pela Igreja. Para o processo de canonização será preciso a comprovação de um outro milagre. Mas para Ana Lúcia a “amiga” que a curou já é considerada santa há muito tempo. “Minha vó era amiga de Nhá Chica. Viveu na mesma época que ela, então em casa a gente já falava muito em Nhá Chica, desde criança nós ouvíamos falar de Nhá Chica e dos seus milagres. Para nós Nhá Chica já era santa há mais de 100 anos.”
Fonte: Canção Nova

CNBB poderá declarar 2015 como o "Ano dos Leigos"


A CNBB poderá declarar 2015 como o "Ano dos Leigos". A informação vem do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, o Bispo de Caçador (SC), Dom Severino Clasen, em declarações feitas ao "O São Paulo", Jornal da Arquidiocese de São Paulo. Dom Clasen disse que apresentará a proposta para que o tema da assembleia de 2014 seja o laicato.

De acordo com o Bispo, nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, na última assembleia, uma das cinco urgências apresentadas é caminhar para uma Igreja, comunidade de comunidades: "É por aí que passa a renovação de toda a vida eclesial e, portanto a renovação da paróquia, com maior participação dos leigos".

O Bispo declarou ainda que "um ano dos leigos é uma realidade na qual a Comissão do Laicato da CNBB já está trabalhando".

Segundo ele, foram reunidos "professores, teólogos e leigos para formar a comissão de redação dos textos de estudo que servirão como instrumentos de trabalho. Estes textos devem ficar prontos em breve e, em vista disso, estamos projetando para o ano que vem que a temática central da próxima assembleia da CNBB, a 52ª, possa ter o laicato como centralidade", explicou.

Dom Severino disse que "O tema para a próxima assembleia é portanto, um sonho. Mas o Ano do Laicato é uma realidade, que pretendemos fazer em 2015, ou seja, dia 8 de dezembro terminam as comemorações dos 50 anos do Concílio Vaticano 2º e começa o Ano do Laicato"
Fonte: Canção Nova

sábado, 27 de abril de 2013

CNBB cria o Regional Norte 3


                                                      
                                             
       
RegionalNorte3
Durante a 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), foi aprovada a criação do seu 18º Regional da CNBB, desmembrado do Regional Centro-Oeste Fazem parte do Regional Norte 3 a arquidiocese de Palmas, e as dioceses de Porto Nacional, Tocantinópolis e Miracema, além da prelazia de Cristalândia. São 139 municípios do Tocantins e sete municípios de Goiás que fazem parte das dioceses do novo Regional.
De acordo com levantamento feito em reportagem pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), o novo Regional possui 178 paróquias, 183 padres diocesanos, 30 religiosos, 33 diáconos permanentes, 101 religiosas, 15 comunidades de vida, além dos leigos, pastorais, movimentos, organismos e serviços eclesiais.
Em entrevista ao site das POM, o arcebispo de Palmas, dom Pedro Brito Guimarães, esclareceu que, “um Regional não é uma super diocese, mas uma instância de colegialidade e de colaboração pastoral. Não possui uma estrutura de poder e sim a de organismo vivo de comunhão e de serviço pastoral. A missão de um Regional é o cuidado pastoral de uma determinada região, através da interajuda missionária entre os bispos das dioceses, de modo que o povo esteja mais próximo da Igreja e a Igreja mais próxima do povo”.
Os motivos que levaram os bispos do Centro Oeste (Goiás, Distrito Federal e Tocantins) a solicitar a criação do Regional Norte 3 foram as distâncias físicas, geográficas e pastorais entre Palmas, Goiânia e Brasília, o que tornava onerosa as reuniões e encontros de formação inviabilizando a participação, sobretudo dos leigos. Outro motivo é a necessidade de setorização para diminuir as distâncias e aumentar a presença nas periferias e pastorais.
Desta forma, os bispos esperam intensificar a ajuda recíproca e solidária, bem como a corresponsabilidade missionária entre suas Igrejas, conforme destacou dom Pedro Brito ao site das POM. “Nascido com a vocação de ser pequeno e pobre, o Regional Norte 3 se regerá pela ótica da leveza institucional com estruturas simples, enxuta e mínima, para o seu funcionamento, e se manterá economicamente pelas receitas oriundas das contribuições das dioceses componentes”.
Fonte: CNBB

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Humor Católico - Adivinhe quem é?


Jesus tentando brincar de adivinha quem é, acho que não dá muito certo...
Créditos: Página Memes Católicos

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Confirmada visita do Papa Francisco a Aparecida. Programa oficial será divulgado em maio


Aparecida (RV) - O responsável pelas viagens internacionais do Papa, Alberto Gasbarri, confirmou nesta quarta-feira a visita do Santo Padre ao Santuário Nacional em Aparecida (SP).

Gasbarri, acompanhado pelo Núncio Apostólico, Dom Giovanni D’ Aniello, e outros representantes da comitiva responsável pela visita do Pontífice ao Brasil, estiveram reunidos no Santuário Nacional para acertar detalhes dos possíveis itinerários da passagem do Papa Francisco ao santuário mariano.

Estavam presentes na reunião, entre outros, o Arcebispo de Aparecida, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, o Bispo auxiliar, Dom Darci Nicioli, o Arcebispo do Rio de Janeiro e Presidente do Comitê Organizador Local da JMJ (COL), Dom Orani João Tempesta, e representantes das Forças Armadas e da Polícia Federal.

Em entrevista ao Portal A12, Dom Raymundo afirmou que Alberto Gasbarri “ficou impressionado pelo que viu, uma vez que já conhece Aparecida”.

O Cardeal afirmou que o Santo Padre irá a Aparecida, mas ainda não há confirmação da data e da programação: “Podemos confirmar que o Santo Padre virá a Aparecida. A divulgação oficial da visita do Santo Padre, tanto no Rio de Janeiro como em Aparecida, será feita em maio, quando teremos essa informação oficial”.

O Arcebispo de Aparecida falou também sobre a alegria que a visita do Pontífice despertará nos devotos da Mãe Aparecida: “Creio que os devotos da Mãe Aparecida, da Campanha dos Devotos e todos os brasileiros estarão felizes com essa visita e acorrerão para Aparecida para acolher e receber o Santo Padre, o papa Francisco, que irá trazer sua palavra e sua bênção”.

O programa oficial da viagem do Papa ao Brasil será divulgado no dia 7 de maio.

(BF-A12)


Fonte: Rádio Vaticano

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Papa Francisco nomeia Arcebispo para Ribeirão Preto - SP e Bispo para Santo Ângelo - RS




Dom Moacir Silva - Nomeado Arcebispo Metropolitano de Ribeirão Preto - SP

Dom Liro Meurer - Nomeado Bispo Diocesano de Santo Ângelo - RS
Na manhã desta quarta-feira, 24 de abril, a Nunciatura Apostólica do Brasil comunicou que o papa Francisco aceitou a renúncia do bispo diocesano de Santo Ângelo (RS), dom José Clemente Weber, 76 anos, conforme prevê o Cânon 401 do Código de Direito Canônico. Para sucedê-lo, foi nomeado o bispo auxiliar da arquidiocese de Passo Fundo (RS), dom Liro Vendelino Meurer. Para a vacante arquidiocese  de Ribeirão Preto (SP), foi nomeado dom Moacir Silva, transferindo-o da sede episcopal de São José dos Campos (SP).
Dom Moacir é natural de São José dos Campos. Nasceu no dia 16 de julho de 1954. Estudou filosofia no Seminário Bom Jesus, em Aparecida (SP), e teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado sacerdote no dia 06 de dezembro de 1986. Sua nomeação episcopal aconteceu no dia 20 de novembro de 2004. Exercia a função de bispo de são José dos Campos desde 2004.
Seu lema episcopal é “Permanecei em mim” (Jo 15,4).
Dom Liro Vendelino Meurer é natural de Montenegro (RS). Nasceu no dia 13 de julho de 1954. Estudou Filosofia no Seminário Maior Nossa Senhora Imaculada Conceição, em Viamão (1957-1977). Sua ordenação presbiteral foi em 12 de dezembro de 1981, em Salvador do Sul (RS). Foi nomeado bispo em 14 de janeiro de 2009. Desde 2009, exercia a função de bispo titular de Tucca di Numidia, e auxiliar de Passo Fundo (RS).
Seu lema episcopal é “Servir com alegria”.
Fonte: CNBB

terça-feira, 23 de abril de 2013

Médicos do Vaticano aprovam o segundo milagre de João Paulo II


O processo de canonização do Papa João Paulo II está procedendo a passos largos e já se fala que ele poderá ser proclamado santo no próximo mês de outubro. Na semana passada, a consulta dos médicos da Congregação das Causas dos Santos reconheceu como inexplicável uma cura de uma mulher atribuída ao bem-aventurado João Paulo II.

O possível milagre deverá ser aprovado também pela comissão de teólogos e cardeais, levando o papa polonês a ser reconhecido santo em tempo recorde, em apenas oito anos desde sua morte.

O processo é realizado em discrição. Em janeiro deste ano, o postulador da causa, monsenhor. Slawomir Oder, apresentou para um parecer preliminar uma cura milagrosa à Congregação vaticana dos Santos. Dois médicos da consulta vaticana examinaram previamente este novo caso, dando ambos um parecer favorável. Então toda a prática foi apresentada oficialmente ao dicastério, que o inseriu imediatamente na agenda dos trabalhos.

Na semana passada, houve debate de uma comissão de sete médicos e o parecer foi favorável. É evidente a vontade da Congregação para as Causas dos Santos, que tem o aval também de papa Francisco, em terminar todo o processo com a canonização do papa polonês.

Em maio, será realizada a congregação dos teólogos e dos cardeais da Congregação para as Causas dos santos e, em junho, o Consistório ordinário com a aprovação do papa.
Fonte: Canção Nova

Beatificação de Dom Oscar Romero vai avançar


Cidade do Vaticano (RV) - O arcebispo italiano Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, anunciou à imprensa no último domingo, 21, que o processo de beatificação do arcebispo de São Salvador, Oscar Arnulfo Romero, será ‘desbloqueado’.

Conhecido como “a voz dos sem voz” na América Latina, Dom Romero foi assassinado por um comando da extrema-direita enquanto celebrava missa na capela de um hospital de doentes de câncer ,de São Salvador, em 24 de março de 1980. A causa para beatificá-lo chegou Roma em 1997 e ficou estancada vários anos. Agora, segundo seu postulador, poderá avançar de novo, por determinação do Papa Francisco. O processo encontra-se atualmente nas mãos da Congregação para as Causas dos Santos.

Sem se envolver nas lutas mais radicais e sem recorrer às armas, o arcebispo salvadorenho correu grandes riscos. Denunciou que agricultores salvadorenhos, autorizados a tomar posse de terras pela lei da reforma agrária, eram executados; colocou a rádio da diocese à sua disposição e acusou os militares, paramilitares e esquadrões da morte pelos massacres. 

Foi trucidado por denunciar a injustiça social e a repressão militar, tornando-se o mártir da América Latina e símbolo da defesa dos mais pobres e oprimidos. 

Ao receber a notícia, segunda-feira, 22, a Igreja salvadorenha expressou sua alegria e confiança. O bispo auxiliar de São Salvador, Dom Gregorio Rosa Chávez, adiantou à EFE que “Dom Romero foi como o Bom Pastor, que deu a vida por suas ovelhas, e o fato que a notícia foi divulgada neste domingo é um detalhe que diz muito”. 

Também o Presidente salvadorenho, Mauricio Funes, quer agradecer o Papa e anunciou que virá ao Vaticano em fins de maio para uma eventual audiência com Francisco, na qual lhe informará sobre o trabalho de seu governo em prol da pacificação do país. 
(CM)
Fonte: Rádio Vaticano

domingo, 21 de abril de 2013

Igreja reza por vocações e constata aumento no número de padres


Neste 4º Domingo da Páscoa, 21 de abril, a Igreja celebra o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações. A data foi instituída pelo Papa Paulo VI, em 1964, convocando aos católicos a pedirem a Deus, unanimemente, o envio de operários para Sua Igreja (cf. Mt 9,38).
Paulo VI, durante uma radiomensagem no dia 11 de abril de 1964, disse que o número insuficiente de sacerdotes [vocações] é um indicador concreto que aponta ou não a vitalidade da fé em cada comunidade paroquial e diocesana. Assim como, também é fruto do testemunho da saúde moral das famílias cristãs.
“Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho”, disse Paulo VI.
Seguindo este pensamento, o Papa Emérito Bento XVI escreveu sua mensagem para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações e nela ressaltou a esperança como impulso da vida cristã e a oração como base para que os fiéis estejam atentos ao chamado de Cristo.
Nos primeiros parágrafos da mensagem, Bento XVI refletiu sobre as diversas vezes em que Deus socorreu seu povo, sustentado na esperança de Sua constante presença. Segundo o Papa, o fundamento seguro de toda a esperança está aqui: "Deus nunca nos deixa sozinhos e permanece fiel à palavra dada." E afirmou, "por este motivo, em toda a situação, seja ela feliz ou desfavorável, podemos manter uma esperança firme".
Depois, o Papa Emérito recordou que essa esperança está ligada à fidelidade de Deus que se manifestou ao mundo de diversas formas, especialmente em Jesus Cristo. Hoje, segundo o Papa, Deus continua sua fidelidade em Jesus, por meio daqueles que Ele mesmo chama para o seu serviço. 
“Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades. É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança”, explicou o Bispo Emérito de Roma.
Segundo Bento XVI, as vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele. Por isso, explicou, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da sua voz que ressoa dentro do ser humano. 
O despertar para o chamado de Cristo e a resposta à Sua voz deve passar por uma intensa atmosfera de fé, destaca o Papa.  Mas também o testemunho de adesão ao Evangelho, uma paixão missionária alimentada pela Eucaristia e pela oração, são aspectos fundamentais para que mais operários sirvam à "Vinha do Senhor". 
“A oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povo e que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo”, salientou Bento XVI. 
Ns últimos parágrafos da mensagem para o 50º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, Bento XVI deteve-se em fazer um apelo à Igreja demonstrando sua considerável preocupação com os jovens. Pediu que não faltem “sacerdotes zelosos” que saibam cuidar da juventude, ajudando-a no caminho “por vezes tortuosos e obscuros da vida.”
Por fim, não deixou de convidar os jovens a responderem à vocação. “Amados jovens, não tenhais medo de O seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a ‘dar a razão da vossa esperança’ (1 Ped 3,15)”. 

Cresce o número de vocações no mundo
A oração da Igreja parece ser ouvida e Cristo continua a chamar homens e mulheres para o serviço na “Vinha do Senhor”. De acordo com o Setor Estatístico do Vaticano, o número de sacerdotes diocesanos e religiosos no mundo teve aumento considerável a partir do ano 2000. 
No Brasil, o aumento também foi constatado: o Censo Anual de 2010, realizado pelo Centro de Estatística e Investigações Sociais (CERIS), apontou um crescimento relevante em relação às vocações sacerdotais e religiosas no país.
A pesquisa do Setor Estatístico do Vaticano também sinaliza que em toda a Igreja há mais de 35 mil diáconos permanentes, concentrados especialmente nos EUA, no Canadá e na América Latina. 
Com relação ao número de sacerdotes que deixaram o ministério, este desceu para menos de 1000, enquanto 460 foram os sacerdotes que em 2011 pediram para serem reintegrados ao ministério. Monsenhor Formenti, diretor do Setor Estatístico do Vaticano, sublinhou no ano passado que estes números deixam claro um lento, mas constante crescimento.
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Bispos dão panorama geral da JMJ e refletem situação dos povos quilombolas


                                                  Coletiva 17.04
A Jornada Mundial da Juventude e os povos quilombolas foram pauta para os jornalistas que participaram da coletiva de imprensa desta quarta-feira, 17 de abril, durante a 51ª Assembleia Geral da CNBB.
Atenderam a imprensa Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ); dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Capo Grande (MS) e dom Pedro Cunha Cruz, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ).
O Porta voz da Assembleia, Dom Dimas Lara Barbosa destacou que entre as atividades de hoje na Assembleia foram discutidos assuntos relacionados aos povos indígenas, Sínodo dos Bispos, Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e a possibilidade de uma coleta especial para ajudar nos custos da JMJ.
Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) apresentou aos jornalistas as últimas informações de organização da Jornada Mundial da Juventude.
“O Rio de Janeiro já tem vocação em sediar grandes eventos e a JMJ é um serviço prestado a sociedade e a juventude do mundo”, afirmou.
O Arcebispo ressaltou também que está será a primeira visita internacional do Papa Francisco para falar com os jovens, 26 anos após a primeira JMJ da América Latina, que aconteceu na Argentina.
“O Rio de Janeiro tem características próprias e estamos trabalhando em conjuntos com o Estado no que se diz respeito a transporte e segurança. Ressalto também que as inscrições ainda estão abertas e continuamos a animar as pessoas para acolher a juventude em suas casas”.
Dom Orani citou ainda que a JMJ terá eventos culturais como exposições, apresentações, cinema entre outros.
“A JMJ é feita para os jovens e pelos jovens e desta forma a Igreja está olhando e investindo em pessoas para o futuro da humanidade, este é o grande diferencial da jornada”.
Ainda sobre a JMJ, dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Capo Grande (MS) e referencial a juventude, falou sobre a dedicação da Igreja a juventude.
“A Igreja no Brasil tem um carinho muito grande com a juventude e neste ano, em especial, foi ainda mais valorizada com a Campanha da Fraternidade”, afirmou.
Para dom Eduardo a Campanha da Fraternidade visa atingir as estruturas da Igreja e o mundo adulto, que precisa valorizar os jovens.
O bispo citou ainda a peregrinação dos ícones da JMJ que percorrem todo o Brasil, sendo um momento muito importante e particular de reunir os jovens nas dioceses.
Situação dos povos quilombolas
Dom Pedro Cunha Cruz, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) abordou as questões referentes ao povo quilombola e o Documento Verde.
“Nosso objetivo é tornar publico as violações dos direitos humanos sofridas por estes grupos ao longo dos anos”, afirmou.
O bispo manifestou preocupação com Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 215 foi aprovada em março do ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e significou um retrocesso às garantias e direitos constitucionais dos povos indígenas.
“A Igreja se coloca solidaria no que se diz respeito a dignidade cultural destes povos e a especulação feita pelos grandes grupos financeiros”, finalizou.
Fonte: CNBB

terça-feira, 16 de abril de 2013

Bento XVI completa 86 anos


O Papa Emérito Bento XVI completa 86 anos nesse dia 16 de abril. Sua Santidade comemorou seu 86º aniversário junto com o irmão Monsenhor Georg Ratzinger em Castel Gandolfo.
Esse é o primeiro ano que Bento XVI comemora seu aniversário sendo Papa Emérito da Igreja Católica.
Nós do Regina Coeli parabenizamos nosso querido Papa Emérito por mais um ano de vida e rogamos ao Bom Deus que conceda muitos anos mais a este homem que tanto fez pela Igreja.
PARABÉNS BENTO XVI, NÓS TE AMAMOS!


Papa Francisco telefona a Bento XVI pelo seu aniversário


Cidade do Vaticano (RV) – Na manhã desta terça-feira, por ocasião do aniversário do Papa emérito Bento XVI, o Santo Padre Francisco iniciou a celebração da Missa na Capela da Domus Santa Marta convidando à oração todos os presentes com estas palavras: “Hoje é o aniversário de Bento XVI, ofereçamos a missa por ele, para que o Senhor esteja com ele, o conforte e lhe dê muita consolação”.

Ainda na parte da manhã o Papa Francisco telefonou para Bento XVI para felicitá-lo pelo aniversário, estendendo as saudações ao seu irmão, Monsenhor Georg Ratzinger, que está há diversos dias em Castelgandolfo, para festejar de maneira familiar e fraterna a recorrência de hoje.

No próximo dia 23 de abril, o irmão de Bento XVI festejará o seu onomástico, como o Papa Francisco.
Fonte: Rádio Vaticano

“A Igreja precisa ir ao encontro dos pobres e ser pobre”, disse o cardeal Cláudio Hummes


                  cardeal Claudio Hummes
O arcebispo emérito de São Paulo, cardeal dom Cláudio Hummes, na coletiva de imprensa desta terça-feira, 16 de abril, explicou que os trabalhos da 51ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB vêm sendo realizados em clima de oração e na serenidade. Além disso, o cardeal apontou que neste encontro dos bispos brasileiros, a Conferência “está enfrentando grandes desafios da vida da Igreja no Brasil”.
Sobre o tema central da Assembleia que, este ano trata de “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”, dom Cláudio Hummes acredita que as reflexões estão em unidade com o momento da Igreja no país. Para o cardeal o objetivo é “renovar as paróquias para que elas se tornem, verdadeiramente, missionárias e se abram para a missão e a evangelização”. Por outro lado, o arcebispo chamou a atenção para o fato de que não basta, apenas, constituir novas comunidades, é necessária a presença de animadores e pessoas comprometidas para coordenarem esses grupos que estão nascendo.
“À medida que as pessoas acolhem a mensagem da Igreja, vão formando, assim, as novas comunidades. O Papa Francisco vem destacando a importância da proximidade com os fieis, num sentido de voltar para a casa com o cheiro das ovelhas”, ressaltou dom Cláudio. Em se tratando da missão da Igreja no Brasil, o cardeal tomou, como exemplo, as atividades de evangelização na Amazônia que apresentam desafios, como a distância, o isolamento das comunidades e falta de padres e missionários. Porém, “a Igreja da Amazônia nos dá muitas alegrias. Lá os padres precisam suar a camisa. São missionários que voltam felizes para a casa depois de um dia de muito trabalho”, disse dom Cláudio.
“A proposta que está sendo estudada é, justamente, sair das periferias e ali tornar presente a Igreja. Não apenas com a celebração de missas, mas uma presença permanente através de pequenas comunidades”, explicou. As reflexões da Assembleia Geral estão convergindo, de acordo com o cardeal, na perspectiva de que a prioridade de evangelização “é as regiões mais pobres e de paróquias que têm suas periferias”. Neste contexto, “a Igreja precisa ir ao encontro dos pobres e ser pobre em qualquer lugar e dar o exemplo”, apontou o cardeal. Dom Cláudio lembrou que os bispos reunidos na Assembleia Geral enviaram mensagem ao Papa Francisco onde relataram os andamentos dos trabalhos e também emitiram uma saudação ao Sumo Pontífice no aguardo de sua viagem ao Brasil, no mês de julho, para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro.
Fonte: CNBB

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Coletiva de Imprensa: Bispos falam sobre família, Ano da Fé e documento sobre questões agrárias

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No 6º dia da Assembleia Geral da CNBB, dia 15, os bispos reunidos em Aparecida (SP) trataram de Vida e Família, o Catecismo, Ano da Fé e suas ações concretas. A questão agrária também voltou à discussão nesta segunda-feira.
Participaram da coletiva de imprensa o bispo de Ipameri (GO), dom Guilherme Werlang, o arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha e o bispo de Camaçari (BA), dom João Carlos Petrini.
O arcebispo de Brasília e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, dom Sérgio da Rocha destacou aos jornalistas como vivência para o Ano da Fé o texto ‘As razões da Fé na Ação evangelizadora’.
“É necessário que cada pessoa seja capaz de vivenciar e testemunhar a fé. É necessária a compreensão que o Ano da Fé vai muito além desta comissão. O Ato da fé tem a ver com o conjuntos da vida”, afirmou dom Sérgio.
O arcebispo lembrou ainda que o catecismo da Igreja Católica e a nova evangelização devem ser instrumentos para viver a nossa fé.
Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família apresentou durante a coletiva de imprensa algumas ações da comissão como a edição da ‘Hora da Família’, subsidio utilizado em todo o Brasil para encontros e reflexões dos assuntos relacionados à família.
Dom Petrini destacou ainda o Manual de bioética para jovens que tem 2 milhões de edições e faz parte do material que os peregrinos vão receber durante a Jornada Mundial da Juventude, que acontece em julho no Rio de Janeiro.
Além desses títulos, o bispo de Camaçari (BA) ressaltou também a publicação ‘Cristo nos ensina a amar’ com 30 perguntas e respostas relacionadas aos jovens. Dom Petrini destacou ainda as Associações de Famílias como grande recurso na construção da paz.
Peregrinação Nacional da Família – Também como ação concreta da comissão, Dom Petrini falou sobre o grande encontro de famílias no Santuário Nacional de Aparecida, que deve acontecer em maio.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Serviço, Justiça e Paz, dom Guilherme Welang falou sobre a Igreja e as questões agrárias.
O bispo afirmou que o novo documento da CNBB sobre questões relacionadas a este tema será colocado em votação novamente na Assembleia Geral de 2014.
Respondendo a perguntas de jornalistas, Dom Petrini afirmou que a nota emitida pelo Conselho Federal de Medicina sobre o posicionamento em apoio à possibilidade de aborto até 12 semanas de gestação ignora a criança em gestação.
“Entendemos que é necessário levar em consideração todos os fatores que envolvem essa situação. O direito à vida é inviolável”, ressaltou dom Petrini.
Igreja e as questões agrárias - Dom Guilherme explicou que o texto foi apresentado aos bispos na assembleia e que houve uma grande participação dos grupos de trabalho e muitas sugestões de emendas.
“É urgente um documento e uma manifestação sobre este tema, mas percebemos que não teríamos condições de acrescentar todas as sugestões de emendas feitas pelo nosso episcopado. Diante disso votamos para que o documento seja enviado ao bispos do Brasil posteriormente”, completou.
Dom Guilherme falou ainda sobre a complexidade das questões que envolvem a água, seca, e grandes obras hídricas. “A Comissão Pastoral da Terra avalia com seriedade as questões ligadas a água, onde nos deparamos com sérios problemas como a contaminação das águas, a privatização e as grandes hidrelétricas, problemas que atingem a pesca, a agricultura e o meio ambiente”, completou.
Fonte: CNBB

51ª Assembleia Geral: Missa recorda bispos falecidos


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A Celebração Eucarística desta segunda-feira, 15 de abril, da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recordou os bispos falecidos desde a última Assembleia Geral, realizada no ano passado.
Na celebração, que foi presidida pelo bispo de Botucatu, Estado de São Paulo, dom Maurício Grotto de Camargo, foram acesas velas em memória por cada um dos bispos falecido.
Na procissão de entrada estavam os bispos das dioceses que perderam seus pastores desde a última assembleia.
Por ocasião de sua Assembleia Geral, a CNBB alimenta em seus momentos orantes a vida e o ministério dos seus membros e faz a oração de Ação de Graças pela nomeação de novos bispos, a oração de gratidão pelo ministério dos bispos eméritos e a oração em sufrágio dos bispos falecidos.
Em sua homilia, dom Maurício pediu aos fiéis que a exemplo de Jesus Cristo estejam dispostos a dar a vida pelo bem comum. “Precisamos estar dispostos a dar a vida pelo bem comum”, afirmou.
O bispo de Botucatu recordou, em especial, os bispos já falecidos que dedicaram suas vidas a Igreja e ao povo de Deus.
Após a celebração, os bispos se dirigiram para o Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida para retomar as atividades da 51ª Assembleia Geral.
Lista dos bispos que faleceram após a Assembleia 2012
Dom Frei Agostinho José Sartori - Bispo Emérito de Palmas/Francisco Beltrão (PR).
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini – Bispo Emérito de Guarulhos-SP
Dom Aloysio José Leal Penna – Arcebispo Emérito de Botucatu-SP
Dom Joviano de Lima Júnior – Arcebispo de Ribeirão Preto – SP
Cardeal Eugênio de Araújo Sales - Arcebispo Emérito de São Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Dom José Foraloso – Bispo Emérito de Marabá-PA
Dom Eduardo Koiak – Bispo Emérito de Piracicaba-SP
Dom Hélio Gonçalves Heleno – Bispo Emérito de Caratinga-MG
Dom José Rodrigues de Sousa - bispo emérito de Juazeiro (BA)
Dom Luís D’Andrea - bispo emérito de Caxias (MA)
Dom Antônio Maria Mucciolo – Arcebispo Emérito de Botucatu-SP.
Dom Luiz Eugênio Perez – Bispo Emérito de Jaboticabal-SP
Dom José Song Sui-Wan – Bispo Emérito de São Gabriel da Cachoeira-AM
Dom José Alves – Bispo Emérito de Corumbá-MS
Fonte: CNBB

Cardeais brasileiros são homenageados durante cerimônia


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Em agradecimento aos cinco cardeais do Brasil que participaram do último Conclave que elegeu o Papa Francisco, a TV Canção Nova organizou uma cerimônia de homenagens, no domingo, 14 de abril. Na solenidade realizada na sede da comunidade, em Cachoeira Paulista (SP), os cardeais dom Cláudio Hummes, OFM, dom Geraldo Majella Agnelo, dom Odilo Pedro Scherer e dom Raymundo Damasceno Assis receberam uma pequena estatueta com a imagem de São Pedro, primeiro Papa da Igreja Católica, como forma de expressar a importante contribuição destes membros do Colégio Cardinalício na escolha do Sumo Pontífice e na missão da Igreja no Brasil. O cardeal João Braz de Aviz, que está em atividades em Roma, também foi lembrado entre os homenageados.
Anualmente, durante a Assembleia Geral da CNBB, os bispos são convidados para uma recepção na Canção Nova que oferece, gentilmente, um jantar ao episcopado, padres e colaboradores da Conferência. Na ocasião, o fundador da comunidade, Monsenhor Jonas Abib manifestou profundo agradecimento aos bispos pela visita e disse que a Canção Nova “está a serviço da Igreja do Brasil e a todos os seus pastores na obediência”. A cerimônia contou com a presença do Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D´Aniello e do bispo de Lorena, dom Benedito Beni dos Santos, entre outras autoridades. O presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis deixou uma palavra de gratidão aos membros da comunidade Canção Nova pelo empenho no trabalho de evangelização através dos meios de comunicação.
Confira as fotos da cerimônia na página do facebook: assembleiageraldacnbb
Fonte: CNBB

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ex-presidente da CNBB ressalta a relação positiva do Brasil com a Santa Sé


                   dom geraldo lyrio
Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana (MG) e ex-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), destacou durante a coletiva de imprensa desta sexta-feira, 12 de abril, o relacionamento sólido que vem ocorrendo entre o Brasil e a Santa Sé (Roma). Essa mediação tem sido eficaz com a colaboração da Nunciatura Apostólica presente no País desde 1829. O arcebispo lembrou que nesta 51ª Assembleia Geral, os bispos estão tendo a oportunidade de estreitar as relações para uma comunhão eclesial com o Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D´Aniello. Este é primeiro contato do Núncio com todo o episcopado brasileiro, já que a chegada de dom Giovanni ocorreu no ano passado no período da Assembleia Geral.
“Hoje tivemos um encontro com o núncio apostólico. Ele tem um duplo papel, sendo o representante do Papa junto a Santa Sé e a Igreja no Brasil e, como embaixador no país. Foi um momento muito agradável”, destacou o arcebispo. Na ocasião, dom Geraldo sublinhou o aspecto de colaboração entre a CNBB e a Nunciatura Apostólica, que tem sede em Brasília. “Ela torna-se intermediaria entre as questões da CNBB e Santa Sé e com o Governo Brasileiro”. Segundo dom Geraldo não existem privilégios, mas uma organização do Governo com a Igreja Católica. O arcebispo lembrou, ainda, que o acordo não traz elementos novos, mas uma sistematização entre a relação do Estado Brasileiro com a Igreja Católica. Não sendo, este, um privilégio do catolicismo; mas qualquer religião pode se organizar e estabelecer seus relacionamentos com o país.
Na oportunidade do contato com a imprensa, dom Geraldo Lyrio Rocha agradeceu o trabalho dos veículos de comunicação que realizam a cobertura da Assembleia Geral. “Queremos parabeniza-los pelo belo trabalho que vocês jornalistas vêm desempenhando com suas equipes”.
Fonte: CNBB

Em Missa Solene, episcopado brasileiro reza pelos bispos eméritos



Os bispos do Brasil participaram na manhã desta sexta-feira, 12 de abril, da Celebração Eucarística, às7h30, no Altar Central, do Santuário Nacional.
A celebração deste terceiro dia da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi em Ação de Graças pelos bispos eméritos da Igreja no Brasil.
A missa foi presidida pelo cardeal dom Geraldo Magela Agnelo, arcebispo emérito da arquidiocese de São Salvador da Bahia.
Em sua homilia, dom Geraldo Magela destacou o questionamento de Jesus para Filipe: ‘Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?’
Jesus disso para colocá-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. O Cardeal ressaltou que esta passagem lembra a pergunta de Moisés a Javé. “De fato, Jesus põe a disposição a sua intervenção”, afirmou.
Aos fiéis presentes no Santuário Nacional, dom Geraldo explicou que Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os e fez o mesmo com os peixes. Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: ‘Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca’.
“A nossa pequena obra vem multiplicada. O pão que Jesus oferece é sinal de eternidade. Deve-se a fé, a olhar o Pai através de Jesus. Na economia da salvação tudo tem valor. Reconhecemos em Jesus, o Messias. Como este pão partido e recolhido tornou-se uma coisa só, assim se recolha a tua Igreja nos confins da Terra”, acrescentou.
Finalizando sua reflexão, dom Geraldo Magela Agnelo pediu a intercessão de Nossa Senhora Aparecida pelos bispos eméritos. “Te agradecemos Pai por habitar em nossos corações e pela nossa fé. Pedimos de modo particular pela nossa Igreja que vem da fraternidade. Que Maria, mãe de Jesus e nossa mãe esteja sempre conosco”, concluiu.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Bispos estudam texto do Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil



Durante a tarde desta quinta-feira, 11 de abril, os bispos que participam da 51ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP) realizaram, em grupos, um estudo sobre o texto do Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil. Antes, acompanharam uma exposição do conteúdo do documento, coordenada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação.
O presidente da Comissão, dom Dimas Lara Barbosa, acompanhado dos assessores e especialistas que colaboraram na elaboração do Diretório, recordou o processo de construção do mesmo. “Este texto vem sendo trabalhado há muito tempo, inicialmente como texto de estudos. A partir da experiência com o texto do Diretório italiano, recebemos contribuições que vieram de todo o Brasil, e podemos dizer que o texto que temos agora é praticamente novo”, explicou.
Dom Dimas enfatizou que, se aprovado, a Igreja no Brasil será a segunda no mundo a ter um diretório como este, que será importante para a articulação das diferentes iniciativas existentes neste campo. Com dez capítulos, o diretório trata das mudanças e práticas culturais com o avanço da tecnologia e também dos desafios da ação pastoral da Igreja no campo da comunicação.
Os bispos realizam estudos em grupos durante a segunda sessão da tarde desta quinta-feira, e deverão voltar ao tema nos próximos dias desta Assembleia Geral.
Outros trabalhos
Também durante esta tarde, foi apresentado ao episcopado o relatório da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Aparecida, dom Darci José Nicioli, apresentou uma comunicação sobre o projeto da celebração dos 300 anos da devoção a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Fonte: CNBB

Bispos avaliam o início dos trabalhos do tema central da 51ª AG


Nesta quinta-feira, 11 de abril, a segunda coletiva de imprensa da 51ª Assembleia Geral da CNBB tratou de importantes temas como a realidade das paróquias católicas do Brasil, a nova tradução do Missal Romano e o Diretório de Comunicação. Para as exposições foram convidados os bispos: dom Sérgio Eduardo Castriani, arcebispo de Manaus (AM), dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) e dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA). De acordo com o porta-voz da coletiva, dom Dimas Lara, a Assembleia já vem apresentando alguns resultados importantes. “As nossas sessões do período da manhã foram dedicadas ao tema central, também foi apresentado aos bispos a proposta de revisão dos textos litúrgicos”
Dom Sérgio Castriani, presidente da Comissão para o Tema Central da 51ª Assembleia Geral, apresentou algumas perspectivas que estão sendo tratadas a partir da proposta “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”. “Estamos convencidos que a paróquia é a grande escola de fé. Ela existe para unir os cristãos ao seu Senhor e atrair a todos para a Igreja. Continua sendo uma referência para os católicos e não cristãos. É nela que cada pessoa deveria fazer um encontro com Cristo”.
Ainda, de acordo com dom Sérgio, “essa renovação está ligada a articulação de pequenas comunidades, buscando integrar todas as instituições como escolas, universidades, etc”. O bispo acredita que a efetiva renovação das paróquias só acontecerá se Igreja buscar “ser comunidade de comunidade, já que a vocação cristã se vive em comunidade e é nela que se dá a vida nova em Cristo”. O despertar de pequenas comunidades, segundo dom Sérgio deverá ser motivada por uma maior participação dos leigos em ministérios específicos na Igreja.
Liturgia e comunicação
Dentro dos trabalhos da Assembleia Geral está sendo apresentando aos bispos a nova proposta de revisão do Missal Romano. Dom Armando Bucciol, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia e da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos explicou que as Conferências estão encarregadas de revisar os textos. A primeira versão do Missal foi publicada em 1969, em latim e depois traduzida para outros idiomas.
O trabalho desta comissão da CNBB tem sido intenso e vem sendo realizado com cautela. “Não se trata apenas de traduzir, mas manter uma fidelidade ao texto original em latim. Para que seja acessível ao povo em uma linguagem litúrgica bela”, destacou dom Armando. O bispo aponta que a revisão não terá mudanças nos ritos. São correções simples, como, por exemplo, a unificação das respostas na celebração eucarística. A mudança será mais na linguagem e conteúdo e não propriamente no formato da celebração. “A fé da Igreja passa e se expressa na liturgia. É através dela que igreja se revela, se manifesta e se constrói”, finaliza.
Outro passo importante para a Igreja do Brasil é a proposta de um Diretório de Comunicação. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Dimas Lara Barbosa apresentou um esboço do documento e os possíveis capítulos. “O diretório é um sonho antigo da CNBB. São dez capítulos que buscam abordar a evolução da comunicação, teologia, ética, políticas de comunicação, Igreja e a Cultura da Mídia, PasCom, entre outros”. De acordo com dom Dimas, foi formada uma comissão de bispos e especialistas em comunicação que está responsável pela produção do diretório. Nos próximos dias da Assembleia o texto será estudado pelos bispos para possível aprovação e, posteriormente, encaminhado para ser publicado como estudo da CNBB.
Fonte: CNBB

Dom Giovanni D’ Aniello preside missa da 51ª Assembleia Geral


                                           Nuncio 11.04.13
A Santa Missa desta quinta-feira (11), da 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi em Ação de Graças pelos bispos nomeados desde a última Assembleia Geral realizada em 2012.
A Celebração Eucarística, que reuniu todos os Bispos do Brasil diante do Altar de Nossa Senhora Aparecida, foi presidida pelo Núncio Apostólico, dom Giovanni D’ Aniello.
Por ocasião de sua Assembleia Geral, a CNBB alimenta em seus momentos orantes a vida e o ministério dos seus membros e faz a oração de Ação de Graças pela nomeação de novos bispos, a oração de gratidão pelo ministério dos bispos eméritos e a oração em sufrágio dos bispos falecidos.
Em sua homilia, dom Giovanni D’ Aniello saudou os bispos presentes na assembleia, em especial, aos bispos nomeados no último ano.
Dom Giovanni pediu aos bispos que estejam sempre na busca pela mudança, tornando o Cristo o centro da própria vida. “Assumir a Cristo como critério de salvação. A fé é dada aos que obedecem e Jesus é aquele que vem, do alto e do céu. Está acima de todas as criaturas e todas as coisas. O mistério pascal nos leva a plenitude”, afirmou.
Núncio Apostólico ressaltou que algo novo, profundamente novo, aconteceu durante a ressureição. “Obedecer não é mais submeter-se. É um processo de crescimento. A liturgia de hoje nos diz que é preciso caminhar com Cristo. Confessar e santificarmos com Ele”.
Aos novos bispos, dom Giovanni D’ Aniello pediu a doação pessoal que deve acompanhar o ministério apostólico e empenho em suas iniciativas.
Dom Giovanni Felicitou os bispos lembrando do ministério apostólico que traz alegrias,  esperanças e também dificuldades. “Saibam que não estão sozinhos, Estão unidos ao Papa e todos os membros do colégio episcopal do Brasil e do mundo inteiro”, afirmou.
Citando o Papa Francisco, dom Giovanni afirmou que cada ministério deve ter a vontade de servir o Evangelho ajudando a Igreja a contemplar Cristo, para que os fiéis possam encontrar o caminho, a verdade e a vida, tornando – os homens novos. “Confio à proteção de Nossa Senhora Aparecida os nossos trabalhos nesses dias de assembleia, para que possamos também testemunhar a fé autêntica. Asseguro-lhes as minhas orações”, finalizou o Núncio Apostólico.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 10 de abril de 2013

51ª Assembleia Geral: balanço do início do trabalho dos bispos



Na tarde desta quarta-feira, 10 de abril, foi realizada a primeira entrevista coletiva com o balanço do início dos trabalhos da 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP). Coordenada pelo Porta-Voz do evento, dom Dimas Lara Barbosa, atenderam a imprensa o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer; o bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Mol; e o bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen.
O Porta-Voz iniciou recordando aos jornalistas o tema central da Assembleia Geral: “Comunidade de Comunidades: a nova paróquia”, bem como os temas prioritários: o Diretório de Comunicação para orientar a pastoral da Igreja neste campo, e a aprovação de um texto sobre a Questão Agrária no país. “A Assembleia é uma ocasião de tomar consciência do processo em que as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora, aprovadas há dois anos pelos bispos, são colocadas em prática”, explicou dom Dimas.
O Cardeal Odilo Scherer destacou que o encontro do episcopado brasileiro segue o clima de novidade que a Igreja vive por conta da eleição do Papa Francisco. “Há um clima de novidade no ar, por conta da eleição do novo Papa, que está imprimindo um novo ritmo no exercício do pontificado. Até porque, um papa não é igual a outro, e é bom que seja assim”, afirmou. O cardeal enfatizou a relevância do tema central, e destacou que em relação à queda do número dos católicos, apresentada nos números do Censo 2010, preocupa os bispos, mas não existem soluções mágicas. “É necessária uma verdadeira conversão pastoral para que possamos ir ao encontro das pessoas. Não é somente a Igreja Católica que perde fiéis. A nossa urgência é evangelizar, e temos que nos adequar para bem evangelizar”.
Esta adequação da estrutura da Igreja aos novos tempos exige uma aproximação dos pobres, como lembra dom Mol. “É algo muito importante, e é uma escolha que o próprio Jesus faz: o caminho da vida simples que conduz para o Pai. Todos os papas tem tocado neste tema de uma Igreja pobre e para os pobres, e isso está presente também na reflexão dos bispos nesta Assembleia”. Dom Mol destacou a preocupação dos bispos com a evangelização dos católicos “não praticantes”. “Há um texto que está sendo analisado pelos bispos. Mas em todo processo de evangelização, seja para os batizados, praticantes ou não, ou mesmo os novos membros, o mais importante é a experiência com a pessoa de Jesus Cristo. E é isso que deve ser promovido”.
Também quanto ao tema central da Assembleia Geral, dom Severino Clasen destacou a importância das comunidades cristãs como lugar de convivência fraterna. “As pessoas precisam de calor humano. Nós hoje temos facilidade de nos encontrar com as outras pessoas, através das redes sociais, mas falta-nos o calor do coração, da proximidade, e está aí a diferença”.
Encontro de Universitários Católicos
Dom Joaquim Mol também respondeu aos jornalistas sobre o Congresso Mundial das Universidades Católicas, que será realizado em Belo Horizonte (MG), entre os dias 18 e 21 de julho próximo. “O evento antecede a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro (RJ), e gostaríamos de ter a presença do Papa Francisco apresentando a sua mensagem ao final do evento aos participantes. Porém, o assunto ainda está sendo discutido”.
Fonte: CNBB