quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Papa anuncia consistório para criação de seis novos cardeais


1.

2.

3.

4.

5.

6.


Após a audiência geral desta quarta-feira, 24, o Papa Bento XVI anunciou para o próximo dia 24 de novembro um Consistório no qual será realizada a nomeação de seis novos Cardeais. Veja abaixo as palavras proferidas pelo Santo Padre na ocasião:

"E agora, com grande alegria, anuncio que no próximo dia 24 de novembro farei um Consistório no qual nomearei seis novos Membros do Colégio Cardinalício. 

Os Cardeais têm a tarefa de ajudar o Sucessor de Pedro no desenvolvimento do seu Ministério de confirmar os irmãos na fé e de ser princípio e fundamento da unidade e da comunhão da Igreja. 

Eis os nomes dos novos Purpurados:

1- Dom James Michael Harvey, Prefeito da Casa Pontifícia, que tenho em mente nomear Arcipreste da Basílica Papal de São Paulo Fora dos Muros; 

2- Sua Beatitude Béchara Boutros Raï, Patriarca de Antioquia dos Maronitas (Líbano);

3- Sua Beatitude Baselios Cleemis Thottunkal, Arcebispo Maior de Trivandrum dos siro-Malancareses (Índia); 

4- Dom John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de Abuja (Nigéria);

5- Dom Rubéns Salazar Gómez, Arcebispo de Bogotá (Colômbia);

6- Dom Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila (Filipinas).

Os novos Cardeais – como vocês perceberam – desenvolvem o seu ministério a serviço da Santa Sé ou como Padres e Pastores de Igrejas particulares em várias partes do mundo. 

Convido todos a rezar pelos novos eleitos, pedindo a materna intercessão da Virgem Maria, para que saibam sempre amar com coragem e dedicação Cristo e a sua Igreja".

Bento XVI
Fonte: Canção Nova

Divulgado "Relatório sobre a Liberdade Religiosa no mundo 2012"


Foi apresentado nesta semana, em Roma, o “Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo 2012”, realizado pela Fundação “Ajuda à Igreja que Sofre”. Nota-se, através dos dados, que a situação está piorando em relação ao recente passado e que são sobretudo as comunidades cristãs, mas não somente, as que sofrem graves discriminações, que muitas vezes desembocam em agressões e violências.

O relatório examina 196 países, dos quais 131 de maioria cristã. E são precisamente os cristãos os que mais sofrem discriminações e perseguições. Assinala-se também que a mortificação ao professar a própria fé atinge também outras minorias religiosas, com vários níveis de gravidade. Todos são vítimas de simples atos de ultraje e desprezo a atos de opressão e verdadeira agressão.

Uma situação que muitas vezes causa vítimas inocentes e determina atos de represália entre comunidades e etnias diferentes. Por exemplo, na China e em outros países orientais estão em aumento – segundo o relatório – as tentativas de governos de submeterem as comunidades religiosas aos controles do Estado.

Particularmente preocupante a situação nos países da Primavera Árabe, onde as instâncias democráticas dos primeiros momentos deixaram espaço a um islamismo não moderado. Refletindo sobre isso, a Rádio Vaticano entrevistou o jesuíta egípcio, Padre Samir Khalil Samir, especialista no Islamismo da Universidade São José de Beirute.

"Para eles o ideal é impor a xariá islâmica. Pretendem que seja a lei dada por Deus no século VII a Maomé. Sendo uma lei divina é perfeita. Todas as demais constituições – dizem eles – são humanas, portanto, imperfeitas. Os cristãos, sendo uma minoria, apesar de forte, são os primeiros que sentem esta exclusão. A situação, portanto, cada vez mais difícil. A solução? Queremos mudar, mas é necessário uma mudança de mentalidade, da visão política. Estamos, porém, longe de chegar a isso", afirmou.

O extremismo islâmico dá vida a atos de verdadeira agressão também em países africanos, como Quênia, Mali, Nigéria e Chade. Caso extremo é a Arábia Saudita, onde aos 2 milhões de cristãos residentes não é permitido alguma manifestação do próprio credo.

Um capítulo à parte é representado pela Índia e pelo Paquistão, onde, após as violências anticristãs dos anos passados no Estado de Orissa, as leis contra as conversões hoje representam muitas vezes uma desculpa para cometer abusos de poder. E isso apesar da Constituição indiana reconhecer o pleno direito à liberdade religiosa.

Além do mais, muda a situação dos cristãos por causa da mudança da legislação: no Kirguistão, em sentido positivo, e no Tajiquistão, em sentido negativo, pois a nova lei sobre comunidades religiosas está obrigando muitos cristãos a emigrarem.

Mas diante de tantos abusos e tanta dor, não faltam os exemplos luminosos de colaboração e de convivência pacífica entre cristãos e outras religiões. Frequentemente se consegue trabalhar juntos para o progresso da sociedade. Sobre essa questão falou em entrevista à Rádio Vaticano Nino Sergi, Presidente da Organização humanitária Intersos.

"Diante de casos dramáticos, que nos devem fazer ler as realidades e nos fazer reagir, há centenas, talvez milhares, de casos de pequenas comunidades, pequenos vilarejos, pessoas, associações e assim por diante, que, ao invés, vivem ainda, bastante profundamente, o seu relacionamento entre si, considerando-se iguais e ajudando-se mutuamente. Esses aspectos são hoje pouco valorizados e, creio, ao invés, que deveríamos olhá-los melhor e tutelá-los, desenvolvê-los, ajudá-los a crescer, para que não desapareçam. Há ainda muitas realidades onde se dialoga, onde há respeito, onde os muçulmanos nas grandes festas vão à missa e muitas vezes também os cristãos vão às festas muçulmanas, não tanto por causa de uma mistura de religiões, mas por um respeito mútuo", ressaltou.
Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Canonizações marcam início do Ano da Fé




O Ano da Fé proclamado pelo papa Bento XVI neste mês de outubro deu início a vários eventos especiais, um deles foi a canonização de sete beatos neste domingo (21) Dia Mundial das Missões.

Na homilia da celebração de canonização, o papa Bento XVI afirmou que os novos Santos, são diferentes em sua origem, língua, nação e condição social, mas estão unidos a todo o Povo de Deus no mistério da Salvação de Cristo. 

“Que o testemunho dos novos Santos, a sua vida oferecida generosamente por amor a Cristo, possa falar hoje a toda a Igreja, e a sua intercessão possa reforçá-la e sustentá-la na sua missão de anunciar o Evangelho no mundo inteiro", disse o papa. 

O testemunho desses homens e mulheres que entregaram suas vidas para pregar a mensagem salvífica do Evangelho foi entregue à veneração universal na cerimônia que aconteceu às 6h (horário de Brasília) em Roma.

Duas congregações que realizam um importante trabalho de evangelização no Brasil comemoraram a canonização de seus fundadores.

A Congregação das Religiosas Concepcionistas Missionárias do Ensino celebram a canonização da fundadora Carmen Sallés e a Congregação Sagrada Família de Nazaré, conhecidos como Padres Piamartinos, a elevação de seu fundador, Padre João Piamarta às honras dos altares.

Padre Francisco Fábio, religioso Piamartino na Arquidiocese de Fortaleza, contou que a congregação espera que a canonização divulgue o carisma do fundador e incentive o surgimento de novas vocações.

“Estamos aguardando com muita alegria, fervor e oração. Pois a canonização para nós é algo que irá mostrar a muitos a missão piamartina e o nosso carisma. Em todas as nossas casas: Institutos, Colégios, Oratórios e Paróquias estamos na expectativa de gritarmos que Piamarta é Santo. Motivando em cada um o modo de santidade vivido pelo nosso fundador”.


O milagre que concedeu a canonização ao padre italiano aconteceu em 2003 no Brasil, na Igreja Nossa Senhora de Nazaré em Fortaleza (CE).

Um homem em uma situação comum, depois de engolir e ter atravessada na garganta uma espinha de peixe, acabou tendo uma infecção generalizada e foi desenganado pelos médicos. Recebeu como indicação de um casal que participava da paróquia em Fortaleza a oração do padre Piamarta. Após rezar a oração, o homem foi melhorando até restabelecer completamente a saúde.

Padre Piamarta é lembrado como exemplo de vida de oração e entrega ao trabalho e por seu apostolado junto à juventude.  

“Uma das marcas de Piamarta foi o amor aos jovens. Deixando-se todo para os jovens, amando a cada um como filho, como aquele olhar de amor que Jesus teve para com o Jovem Rico. Mas Piamarta não queria apenas acolher o jovem em uma casa, mas dar trabalho e estudo, para que pudesse ser um bom homem no trabalho, na família e na sociedade. Mostrava aos jovens que poderiam fazer tudo, menos pecar”, comentou padre Francisco Fábio.

No trabalho com os jovens, Piamarta acolheu diversos deles mesmo em situações de dificuldade financeira. O que começou com cincos meninos, depois de 25 anos transformou-se no Instituto Artigianelli que acolhe atualmente centenas de jovens, o que reforça que “a obra foi feita pelas mãos de Deus, acreditando na santa providência e amor de Deus”, disse padre Francisco.

A Congregação Concepcionista fundada pela religiosa Carmem Sallés comemora junto com a canonização o primeiro centenário de fundação da chegada das religiosas no Brasil.


O milagre que confirmou a santidade da religiosa espanhola também aconteceu no Brasil na capital paulista, na Vila Mariana, no ano 2000.

Uma aluna de três anos que estudava em um colégio dirigido pelas irmãs Concepcionistas foi afetada por uma isquemia cerebral que deformou seu rosto, ocasionou a perda da fala e dificultou os movimentos dos braços e pernas.

O tratamento das sequelas provocadas pela doença poderia durar muito tempo. Com isso, o colégio e a família começaram uma novena pedindo a Madre Carmem a cura da menina. Dez dias depois do aparecimento da doença e quinto dia da novena, todos os sintomas desapareceram.

Para a irmã Joana de Lourdes Ferreira, diretora administrativa da província no Brasil, coragem é a palavra que melhor define Carmen Sallés. “Ela foi uma pessoa de coragem. Quando via que algum colégio não daria certo, fechava e abria outro”. 

No site da congregação a manifestação da alegria pela canonização da beata. 

“A Congregação Concepcionista está em festa! Carmen Sallés, nossa fundadora, nos mostra que a santidade é possível no mundo pós-moderno e, que ser santo/a não passa de moda, mas ultrapassa barreiras, fronteiras, épocas, culturas... Deus age hoje, como agiu no passado. Ser santo é a maior prova de amor a Deus e à humanidade, porque supõe uma vida de doação e entrega”.



Conheça os beatos que foram canonizados neste domingo:



























































































Fonte: A12.com

JMJ 2013: público escolhe três camisetas oficiais



Os três vencedores do Concurso Cultural "Minha Camisa na JMJ" são: Flávio Medeiros, Fábio Fernandes Nascimento e Guilherme Souza. Eles ficaram entre os dez finalistas e foram escolhidos pelos internautas do Facebook.

Cerca de 3.300 pessoas participaram da votação. O primeiro lugar, a camiseta de número 8, recebeu 599 votos. Em segundo, a camiseta de número 5, com 567 votos. A terceira maior votação foi para a camisa de número 6, que foi escolhida por 480 internautas.

O concurso movimentou o Facebook durante este mês de outubro. O objetivo era escolher três artes para estampar camisetas oficiais da JMJ Rio2013. As artes enviadas foram avaliadas por uma comissão que escolheram os dez modelos finalistas.
O material foi postado no Facebook oficial da JMJ 2013 e aberta uma votação pública para escolher as três camisetas vencedoras. Elas serão confeccionadas como camisetas oficiais da JMJ. Os três vencedores vão ganhar camisetas com a arte vencedora, além de um kit de produtos oficiais da Jornada.

Vencedores do Concurso

1º lugar - Camiseta de número 8 - Flávio Medeiros

2º lugar - Camiseta de número 5 - Fábio Fernandes Nascimento

3º lugar - Camiseta de número 6 - Guilherme Souza
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Papa nomeia novo bispo para diocese de Pinheiro (MA)




Mons. Elio Rama - Nomeado Bispo Diocesano de Pinheiro - MA

Na manhã desta quarta-feira, 17 de outubro, a Santa Sé anunciou oficialmente a nomeação do novo bispo de Pinheiro (MA). Trata-se do padre Elio Rama, superior provincial do Instituto Missões Consolata (IMC). A nomeação ocorreu após o papa Bento XVI acolher o pedido de renúncia de dom Ricardo Pedro Paglia, por motivo de idade, conforme prevê o cânon 401.1 do Código de Direito Canônico.

Padre Elio Rama nasceu na localidade da Rocinha, município de Tucunduva (RS), aos 28 de outubro de 1953. Em 1967, ingressou no antigo seminário de Três de Maio (RS). Cursou o segundo grau em Erexim (RS) e fez os estudos de Filosofia em São Paulo. Após o noviciado, emitiu os votos religiosos em 1978, e foi enviado a Roma, ao Seminário Maior dos Missionários Consolata, onde cursou Teologia. Ainda em Roma, especializou-se em missiologia na Universidade Urbaniana.

Foi ordenado presbítero em 1984, partindo no ano seguinte para as missões em Moçambique, na África, onde trabalhou por 18 anos. De volta ao Brasil, em 2002, foi reitor do Seminário Teológico do IMC, em São Paulo e atuou no Centro de Animação Missionária, em Cascavel (PR). Em 2009, foi pároco da paróquia Nossa Senhora da Penha, região norte de São Paulo, função que deixou de exercer, em setembro de 2011, ao ser eleito superior dos Missionários da Consolata da Província do Brasil.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

No Brasil, Ano da Fé será aberto na festa da Padroeira



O Ano da Fé, aberto oficialmente pelo Papa Bento XVI, em Roma, nesta quinta-feira, 11, terá início oficial na Igreja do Brasil nesta sexta-feira, 12, data em que se comemora a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. 

A abertura será durante a Missa solene da festa no Santuário Nacional, às 10h, que terá a presidência do Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes.

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convidou Dom Cláudio para presidir a Celebração Eucarística porque o Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, está em Roma.

Dom Damasceno explicou que esta não é a primeira vez em que o Papa proclama um Ano da Fé. “O Papa Paulo VI, que é hoje venerado como Servo de Deus, proclamou também o Ano da Fé em 1967”.

O presidente da CNBB ressaltou ainda que Bento XVI, na Carta Apostólica Porta fidei (Porta da Fé), recorda a beleza e a centralidade da fé a nível pessoal e comunitário e fazê-lo em uma dimensão missionária.

“Precisamos fazer com que a beleza e a centralidade da fé cheguem até as pessoas que não conhecem Jesus Cristo e também na ótica da nova evangelização, isto é, fazer com que as pessoas que foram evangelizadas, mas que se esqueceram de Jesus recuperem a sua fé e retornem a vida da comunidade”, acrescentou o Cardeal.

Dom Damasceno reforçou que o Ano da Fé deve ser um momento para propor a leitura dos documentos do Concílio Vaticano II e aprofundar a sua reflexão para encontrar uma luz para nos guiar como cristãos no mundo de hoje.

“Portanto, a renovação da fé deve ser prioridade, um compromisso de toda a Igreja nos nossos dias”, acrescentou.
Fonte: CNBB

Papa abre oficialmente Ano da Fé



O Papa Bento XVI abriu oficialmente o Ano da Fé com uma Santa Missa realizada no Vaticano na manhã desta quinta-feira, 11. A proposta do Pontífice é que este seja um tempo de reflexão para que fiéis católicos de todo o mundo possam redescobrir os valores da sua fé. 

No dia em que também se comemoram os 50 anos do início do Concílio Vaticano II, o Papa presidiu a celebração eucarística com a participação de 400 concelebrantes. Entre eles, estavam alguns brasileiros, como o cardeal arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, que também é presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. 

Fazendo memória ao jubileu de ouro do Concílio, um acontecimento que marcou a vida da Igreja, o Papa explicou que a celebração foi enriquecida com alguns sinais específicos. A procissão inicial quis lembrar a procissão dos Padres conciliares, houve a entronização do Evangeliário, que é uma cópia daquele utilizado durante o Concílio e a entrada das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica. 

“Estes sinais não nos fazem apenas recordar, mas também nos oferecem a possibilidade de ir além da comemoração. Eles nos convidam a entrar mais profundamente no movimento espiritual que caracterizou o Vaticano II, para que se possa assumi-lo e levá-lo adiante no seu verdadeiro sentido”, disse.

O Papa explicou que o Ano da Fé está em coerência com todo o caminho da Igreja nos últimos 50 anos, desde o Concílio, passando pelo Magistério do Servo de Deus, Paulo VI até chegar ao Jubileu do ano 2000, em que o Bem-Aventurado João Paulo II propôs à humanidade Jesus Cristo como único Salvador. 

“Jesus é o centro da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a face de Deus”, enfatizou o Papa. Ele lembrou que, como diz o Evangelho do dia, Jesus Cristo é o “o verdadeiro e perene sujeito da evangelização”. 
Por que ter um Ano da Fé?

Ainda na homilia, o Papa Bento XVI explicou que a Igreja proclama um novo Ano da Fé não para “prestar honras a uma efeméride”, mas sim porque é necessário, mais ainda do que 50 anos atrás. 

Isso porque nos últimos decênios o Papa lembrou que se tem visto o avanço de uma “desertificação” espiritual, um vazio que se espalhou. Mas estas situações, de acordo com o ele, permitem redescobrir a alegria e a importância de crer. 

“No deserto é possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo, no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente”.

Dessa forma, Bento XVI explicou que o modo de representar este Ano da Fé é como uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o essencial. “... nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão (cf. Lc 9,3), mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos”.

Concílio Vaticano II

Sobre o Concílio, Bento XVI destacou que seu objetivo não foi colocar a fé como tema de um documento específico. No entanto, ele explicou que o Concílio foi animado pela consciência e pelo desejo de “imergir mais uma vez no mistério cristão, para poder propô-lo novamente e eficazmente para o homem contemporâneo”. 

O Santo Padre também enfatizou que numa ocasião como esta de hoje, o mais importante é reavivar na Igreja aquele desejo ardente que se teve no Concílio de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo. 

“Mas para que este impulso interior à nova evangelização não seja só um ideal e não peque de confusão, é necessário que ele se apóie sobre uma base concreta e precisa, e esta base são os documentos do Concílio Vaticano II, nos quais este impulso encontrou a sua expressão”. 

Assista homilia na íntegra

Fonte: Canção Nova