quarta-feira, 22 de junho de 2011

Construir Igrejas no Egito poderá ser mais fácil


ASSIUT, terça-feira, 21 de junho de 2011 (ZENIT.org) - O bispo copta de Assiut, no Egito, é otimista com relação a uma proposta do novo governo que, se for aprovada, facilitará a construção de igrejas no país.

O bispo Kyrillos Kamal William Samaan contou a Ajuda à Igreja que Sofre que esta nova proposta, que poderia facilitar as atuais restrições na construção de igrejas, representa um passo decisivo para os 10 milhões de cristãos do Egito, onde as estritas normas de construção são o exemplo de uma das mais sérias formas de opressão anticristã.

Atualmente, a lei afirma que a autorização de construção de uma igreja deve ser concedida pelo próprio presidente e as decisões sobre as petições para as novas igrejas demoram anos, inclusive décadas.

De acordo com a nova lei, proposta pelo regime militar interino que substituiu o governo do presidente Hosni Mubarak em fevereiro de 2011, as petições seriam encaminhadas ao governo regional e a decisão deveria ser resolvida em três meses.

“Se esta proposta se converter em lei – disse Dom Samaan –, isso significará que construir igrejas estará no mesmo nível que construir mesquitas. É um grande passo para a cidadania dos cristãos.”

“O que estamos vendo aqui é um dos primeiros frutos das manifestações de janeiro – acrescentou. Quando os cristãos se manifestaram, eles reivindicaram seus direitos e o primeiro deles foi a construção de igrejas.”

“Todo mundo sabe que isso foi um grande problema para os cristãos. Muita gente moderada reconheceu isso. De fato, mais de 50% dos problemas que os cristãos enfrentam se resolveriam se houvesse progressos neste tema.”

O bispo informou que a autorização para construir duas igrejas em sua diocese chegou antes de que a revolução de janeiro terminasse com a saída de Mubarak do governo. “As petições para outras três igrejas se aprovaram nas últimas semanas, acrescentou, só fica pendente uma, cuja resolução aguardamos em breve.”

Fonte: ZENIT

Autorizada procissão de Corpus Christis na Rússia



SÃO PETERSBURGO, segunda-feira, 20 de junho de 2011 (ZENIT.org) - A prefeitura de São Petersburgo (Rússia) concedeu a autorização necessária para que se realize a procissão deCorpus Christi na Avenida Nevski, a mais importante da cidade.

A notícia foi divulgada segunda-feira,20, pela Rádio Vaticano, após ser confirmada pelo decanato da região da arquidiocese da Mãe de Deus, em Moscou.

A Avenida Nevski, chamada assim porque se encontra junto ao rio Neva, é a artéria principal de São Petersburgo, além de ser conhecida como a “avenida da tolerância confessional”, porque nela se encontram as igrejas das principais confissões: ortodoxa, católica, luterana e armênia.

Trata-se, segundo afirma a arquidiocese de Mãe de Deus de Moscou, de um “marco importante”, pois a procissão de Corpus Christi só passou duas vezes por esta avenida: em 1917 e 1918.

Na procissão deste ano – 93 anos depois – participarão cônsules dos diversos países da Europa. Ela será presidida por Dom Paolo Pezzi, arcebispo da Mãe de Deus.

Fonte: ZENIT

terça-feira, 21 de junho de 2011

Escolhidos os vencedores dos Prêmios de Comunicação da CNBB 2010/2011

Reunidos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), nos dias 08 e 09 de junho, o júri dos Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheu os vencedores dos trabalhos que concorreram aos prêmios Dom Helder Câmara de Imprensa, Clara de Assis (TV) e Margarida de Prata (Cinema) e escolheu os vencedores.

Concorreram ao prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa 35 trabalhos e os vencedores na categoria reportagem foram os jornalistas: Letícia Alline Paris, com a reportagem “Adolfo Guidi, dedicação e luta pela vida de um filho”, publicada na Revista O Mensageiro de Santo Antônio, e Daniele Simões, Paulo Eduardo de Gois e Felipe Chicarino da Silva, com a reportagem “Força de Vontade”, do Jornal Santuário de Aparecida. Os outros vencedores foram Alexandre Lyrio, Jorge Gauthier e Victor Uchoa, com a série especial sobre a vida de Irmã Dulce, com o trabalho “Além do hábito”.

Segundo o assessor de imprensa da CNBB e jurado na categoria Dom Helder Câmara, padre Geraldo Martins, a matéria da Letícia Alline Paris chamou a atenção pela “singeleza e pela força” da história narrada. “Um texto muito bem construído, que prende e envolve o leitor do princípio ao fim. Além disso, a história é uma lição de vida que comove a todos. Os outros dois ganhadores também trazem fatos que desmentem os que identificam o jornalismo somente com anúncio de más notícias e tragédias”, disse.

O prêmio Clara de Assis de Televisão teve 24 concorrentes, e o vencedor na categoria reportagem foi Laerte José Cerqueira da Silva, da TV Cabo Branco (afiliada da Rede Globo na Paraíba), com a matéria “Caravana – JPB – Paraíba”. A matéria mostra os problemas, desafios e iniciativas individuais que mudaram a vida de boa parte dos paraibanos. “Esta matéria mostra o trabalho voluntário que ajuda salvar vidas no sertão, como a de um ex-jogador de futebol que tira crianças e jovens da criminalidade, ou o trabalho voluntário de professores que ajudam jovens carentes a ingressar numa universidade, ou de um professor que construiu um teatro nos fundos de sua casa. Essa reportagem rodou mais de cinco mil quilômetros dentro do estado da Paraíba”, disse a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB e jurada na categoria, irmã Élide Maria Fogolari.

Na categoria documentário, o prêmio Clara de Assis teve dois vencedores: a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), com o filme “Paternidade ausente, histórias incompletas”, que relata toda a dificuldade e desafios enfrentados pelo reconhecimento paterno, a investigação de paternidade e a relação entre pais e filhos, e Pedro Luiz Monteiro Teixeira, da Rede Canção Nova, com o filme “Irmã Dulce”, que fez um especial para TV sobre a vida e obra da irmã baiana, por ocasião de sua beatificação, ocorrida no dia 22 de maio deste ano.

aparecida_o_milagre_2010familia-braz-dois-tempos-posterDos 30 filmes que concorreram ao Margarida de Prata, os jurados escolheram o longa-metragem de ficção “Aparecida, o milagre”, de Tizuka Yamasaki. O filme narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem e sua família através da fé em Nossa Senhora Aparecida. Na categoria documentário de longa-metragem o escolhido foi “Família Braz – Dois Tempos”, de Dorrit Harazim e Arthur Fontes, que retrata, dez anos depois de documentar o cotidiano de uma família do bairro popular de Brasilândia (SP), a dupla de cineastas voltou a mesmo lugar e personagens para entender o processo de transformação que ali se operou. Como resultado, elaborou um retrato dos anseios e das conquistas de um grupo social que foi construindo o seu modo de ser ao longo de uma década.

augusto_boal_e_o_teatro_dos_oprimidosNa categoria documentário, o vencedor foi Zelito Viana, com o filme “Augusto Boal e o teatro do oprimido”. Segundo o professor da PUC Rio e jurado na categoria, Miguel Pereira, a importância política e existencial do Teatro do Oprimido de Augusto Boal aparece no documentário como um valor universal. “Preciosas imagens de seu método, aplicado em várias regiões do mundo, não apenas ilustram o conteúdo e a proposta do teatrólogo, mas revelam o sentido mais amplo dos resultados na vida e na consciência das pessoas e movimentos de libertação de si e das circunstâncias sócio-políticas do mundo em vivemos”, disse.
O filme “Esse homem vai morrer – Um Faroeste Caboclo”, de Emílio Gallo, recebeu a menção honrosa do júri, como documentário investigativo.

O Microfone de Prata, prêmio para o Rádio, ficou assim definido: vencedor na categoria religioso, “A caminho do Reino”, Rádio 9 de julho, arquidiocese de São Paulo (SP), apresentação padre José Renato; categoria jornalismo, “Jornal da Manhã”, Rádio Educadora AM, Coronel Fabriciano (MG), apresentação de Roberto Siqueira e categoria entretenimento, “Caminhos da Amazônia”, Rede de Notícias da Amazônia – Rádio Santarém (PA), apresentação Joelma Viana e Anderleia Oliveira.

“Ao anunciar os vencedores, queremos renovar nossos agradecimentos pela participação de todos. Chamou-nos atenção, mais uma vez, a qualidade dos trabalhos inscritos, prova do quanto há profissionais trabalhando sério por uma comunicação pautada nos valores humanos, cristãos e éticos, base de uma sociedade democrática e cidadã”, destacou o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, arcebispo de Campo Grande (MT), dom Dimas Lara Barbosa.

A entrega dos prêmios será no dia 20 de julho, por ocasião do Mutirão Brasileiro de Comunicação, no Rio de Janeiro (RJ).

Júri

jure_margarida_de_prata_20112Para julgar e escolher os trabalhos, foram constituídos três júri, um para cada categoria, sob a coordenação do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Dimas Lara Barbosa.

Para o Margarida de Prata o júri foi composto pelos professores da PUC-Rio, Angeluccia Bernardes Habert, Ney Costa Santos, Sérgio Bonato e Miguel Pereira, além do presidente da Comissão, dom Dimas.

Jure_Clara_de_Assim_2011Já o Clara de Assis foi julgado pela assessora da Comissão para Comunicação Social, irmã Élide Maria Fogolari, e pelos professores da PUC RJ, Viviane Medeiros Carmem Petit e César Romero Jacob.

Jure_dom_helder_2011O júri do Prêmio Dom Helder de Imprensa foi composto pelo assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias, e pelas jornalistas Lilian Saback de Sá Moraes e Marcylene Capper.

O Microfone de Prata é avaliado e julgado pela Assaciação Católica de Comunicação, a Signis Brasil.

Fonte: CNBB

sábado, 18 de junho de 2011

Cardeal propõe 60 horas de adoração eucarística pelo Papa


O Prefeito da Congregação para o Clero no Vaticano, Cardeal Mauro Piacenza, convidou os bispos de todo o mundo a promover 60 horas de adoração eucarística pela santificação de todos os sacerdotes, pelas novas vocações e pelo Papa Bento XVI quem celebra o 60° aniversário de sua ordenação sacerdotal na quarta-feira, 29.

O Santo Padre foi ordenado sacerdote em 29 de junho de 1951 junto com seu irmão, Mons. Georg Ratzinger, na Catedral de Freising, na Alemanha, no dia da solenidade de São Pedro e São Paulo.

Esta ocasião, segundo Cardeal Piacenza, "é particularmente propícia para reunir-nos em torno ao Pontífice, para testemunhar toda nossa gratidão, nosso afeto e nossa comunhão pelo serviço que oferece a Deus e à Igreja, e sobre tudo por esse ‘fazer resplandecer a verdade sobre o mundo’, ao qual seu alto magistério continuamente exorta’".

A carta assinada também pelo Secretário da Congregação para o Clero, Arcebispo Celso Morga Iruzubieta, explica-se que as horas de adoração eucarística dedicadas a esta intenção podem ser contínuas ou podem ser distribuídas durante o mês de junho, e deve comprometer "de maneira particular os sacerdotes".

"O cume deste percurso de oração poderia coincidir com a Solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus (Jornada de santificação sacerdotal), na sexta-feira, 1 de julho", acrescenta o cardeal.

Com esta especial iniciativa, prossegue a carta, "o Pontífice poderia ser homenageado com uma extraordinária coroa de orações e de unidade sobrenatural, capaz de mostrar o centro real de nossa vida, do qual surge todo esforço missionário e pastoral, assim como o autêntico rosto da Igreja e seus sacerdotes".

Para estas 60 horas de adoração eucarística, a Congregação sugere a meditação de passagens bíblicas nas que aparece o Apóstolo São Pedro, o primeiro Papa, especialmente os capítulos 20 e 21 do Evangelho de São João onde o Senhor pergunta a Simão se o ama mais que os outros; e o capítulo 16 do Evangelho de São Mateus no qual Cristo lhe diz "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja".

Fonte: ACI Digital

Italianos querem construir museu em homenagem ao Papa Pio XII


Um grupo de cidadãos italianos lançou um projeto para dedicar um museu ao Papa Pio XII. A iniciativa tem o apoio de importantes personagens como o senador italiano Stefano De Lillo, que deseja dar ao Pontífice, criticado com frequência por setores anti-católicos, o lugar "que lhe corresponde na história".

Segundo o senador italiano, o Papa Pio XII "durante sua vida foi exaltado por todos e morreu um como um ‘grande homem justo’".

Os planos para o museu se encontram em fase inicial mas foram discutidos em uma conferência internacional organizada pelo senador De Lillo este mês. A ideia também tem o apoio do ex-primeiro Ministro italiano Giulio Andreotti.

Alguns críticos difundem a ideia de que Papa Pio XII não teria feito esforços suficiente durante a Segunda Guerra Mundial para salvar judeus da perseguição nazista. O senador Do Lillo espera que o novo museu ajude a esclarecer coisas.

"Há tantos escritos de judeus italianos e romanos que agradecem ao Papa por ter permitido que procurassem refúgio em conventos, institutos e igrejas de toda Roma. Estima-se que ao menos cinco mil pessoas foram salvas pela ação direta do Papa", recordou o senador.

Para De Lillo, Um museu deste tipo pode ajudar a recuperar uma verdade histórica, “em plena harmonia com nossos irmãos maiores da religião judia, com os quais nossa relação é muito boa".

A ideia original do museu é da religiosa Margherita Marchione, historiadora de 90 anos que desde 1995 procura esclarecer as críticas feitas ao Papa Pio XII.

O senador De Lillo explicou que o museu reunirá "toda a documentação que a irmã possui junto com outros documentos de outros lugares".

O museu também quer destacar a valentia e a lealdade do Papa Pio XII aos cidadãos de Roma durante a guerra.

"Graças ao Papa Pio XII, Roma foi declarada cidade aberta durante a Segunda Guerra Mundial e uma convenção internacional proibiu bombardeá-la", recordou senador De Lillo.

Mas, em 1943, Roma foi bombardeada pelos Aliados e o pelo Eixo. Diferente do rei italiano Vitório Emanuel III e o ditador Benito Mussolini que fugiram de Roma devido à ameaça dos bombardeios, o Papa Pio XII se manteve na cidade todo esse tempo.

"Depois da guerra, os cidadãos e a cidade de Roma colocaram uma placa na Praça de Pio XII, perto do Vaticano dar as graças ao Papa por ter salvado Roma", assinalou o senador.

Os romanos também o honraram com o título de "Defensor Civitatis" ou "defensor da cidade," e esse é o nome que o senador De Lillo quer dar ao novo museu.

Fonte: ACI Digital

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Papa nomeia bispos para Brasília e Coari


DomSergioRochaDom Sérgio da Rocha é o novo arcebispo da arquidiocese de Brasília, no Distrito Federal. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 15, pelo papa Bento XVI, que nomeou também o padre Marian Marek Piatek, conhecido como padre Marcos, bispo da prelazia de Coari, no estado do Amazonas, vacante desde julho de 2009.

Dom Sérgio, 51, vem para a capital federal transferido de Teresina (PI), onde chegou como arcebispo coadjutor, em 2007, assumindo a arquidiocese em setembro de 2008. Ele sucede a dom João Braz de Aviz que, em janeiro, foi nomeado prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, em Roma.

Na última assembleia geral da CNBB, no mês passado, em Aparecida (SP), dom Sérgio foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, tornando-se membro do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) e do Conselho Permanente da CNBB. No último quadriênio (2007-2011), foi presidente do Regional do Regional Nordeste 4 da CNBB, que abrange todo o estado do Piauí.

Paulista de Dobrada, dom Sérgio nasceu no dia 21 de outubro de 1959. Fez o curso de filosofia no Seminário de São Carlos (SP) e de teologia em Campinas (SP). Ordenado padre no dia 14 de dezembro de 1984, fez mestrado em Teologia Moral na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, e doutorado na Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.

Nomeado bispo auxiliar de Fortaleza (CE) em 13 de junho de 2001, recebeu a ordenação episcopal no dia 11 de agosto do mesmo ano. Como bispo, foi membro das Comissões da CNBB: para a Doutrina (2002-2007), Mutirão para Superação da Miséria e da Fome (2001-2004), para os Ministérios Ordenados e da Vida Consagrada (2007-2011). Neste mesmo período, foi presidente do Departamento de Vocações e Ministérios do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam). Exerceu, também, várias funções nos Regionais da CNBB Nordeste 1 (Ceará) e Nordeste 4 (Piauí).

Padre Marcos

PeMarcosCoariO novo bispo de Coari, 56, é polonês da cidade de Tuchów e nasceu no dia 10 de outubro de 1954. Ordenado padre pela Congregação do Santíssimo Redentor (Redentoristas) no dia 5 de junho de 1980, padre Marcos tem mestrado e doutorado em Teologia Moral pela Academia Alfonsiana da Universidade Lateranense, em Roma.

Atualmente é professor de Teologia Moral no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador, no Curso de Extensão do IT-UCSAL, na Faculdade São Bento da Bahia e da Escola Diaconal da Arquidiocese de São Salvador (BA). É, ainda, coordenador do Curso de Extensão em Missiologia e Evangelização do Centro Missionário Redentorista da Bahia.

Vindo para o Brasil em 1986, Mons. Marcos é membro da Sociedade Brasileira de Teologia Moral. Foi responsável pela formação de seminaristas de teologia da vice-província redentorista da Bahia. Foi vigário paroquial e pároco da paróquia da Ressurreição do Senhor, em Salvador; professor no Instituto Teológico dos Frades Franciscanos em Recife-Olinda, no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás, em Goiânia (GO), no Instituto Teológico dos Redentoristas em Tuchów (Polônia) e no Instituto Teológico São Bento da Bahia.

Fonte: CNBB

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Papa nomeia dois novos Bispos para o Brasil


Dom Roberto Paz - Nomeado Bispo Diocesano de Campos - RJ
Dom Francesco Biasin - Nomeado Bispo Diocesano de Barra do Piraí-Volta Redonda-RJ

O Papa Bento XVI nomeou dois bispos para dioceses brasileiras nesta quarta-feira, 8.

A Diocese de Campos (RJ) passa a ter como Bispo Dom Roberto Francisco Ferreira Paz, até então Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Niterói (RJ). Já a Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) será governada por Dom Francesco Biasin, transferido da Diocese de Pesqueira (PE).

Dom Roberto Gomes Guimarães, 75, deixa o governo da Diocese de Campos (RJ), e Dom João Maria Messi, 76, o da diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. A renúncia de ambos foi aceita por limite de idade, com base no cânon 401 §1º do Código de Direito Canônico, que prescreve o pedido de renúncia do bispo ao completar 75 anos.


Dom Roberto Paz

Ordenado padre no dia 16 de dezembro de 1989, Dom Roberto nasceu no dia no dia 5 de junho de 1953, em Montevidéu (Uruguai). Fez filosofia na Faculdade de Humanidade e Ciência-Universidade da República Oriental Del Uruguai e teologia na PUC do Rio Grande do Sul. Com mestrado em Direito Canônico, foi ordenado bispo auxiliar da arquidiocese de Niterói no dia 22 de fevereiro de 2008. Seu lema episcopal é “In libertatem vocati estis”.

Antes do episcopado foi vigário judicial do Regional Sul 3 da CNBB (Rio Grande do Sul); diretor espiritual regional do Encontro de Casais com Cristo no Rio Grande do Sul e Santa Catarina; pároco do Santuário N. Sra. da Paz; representante católico do Grupo de Diálogo inter-religioso de Porto Alegre; professor de Direito Canônico e de Direito Eclesiástico da PUC-RS e do CETJOV; membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores da arquidiocese de Porto Alegre; membro fundador do Movimento de Profissionais Católicos, da Associação de Juristas Católicos, do Grupo de Diálogo inter-religioso em Porto Alegre e membro da Associação Brasileira de Canonistas.

Dom Francesco Biasin
O novo bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda é italiano de Arzercavalli (Pádua). Foi ordenado bispo de Pesqueira (PE) em 12 de outubro de 2003. Na última assembleia da CNBB, no mês passado, dom Francesco foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso.

Dom Francesco nasceu no dia 6 de setembro de 1943 e foi ordenado padre em Padova (Itália) em 20 de abril de 1968. Fez os estudos de filosofia e teologia no Seminário Maior de Padova e especialização em catequese, em Milão. Veio para o Brasil como missionário “Fidei Donum” em 1972, radicando-se na diocese de Petrópolis (RJ).

Antes do episcopado foi vigário Paroquial na cidade de Fossò, Itália; assistente eclesiástico da Ação Católica - setor jovens. Na diocese de Petrópolis, foi pároco da paróquia de São Sebastião de Gramacho, em Duque de Caxias; coordenador da região pastoral da Baixada Fluminense e dos padres “Fidei donum” da diocese de Pádua no Brasil.

Na diocese de Duque de Caxias, criada em 1981, foi pároco da catedral; vice-presidente da Comissão Regional dos Presbíteros do Leste 1 da CNBB; membro da equipe central que preparou o 7º Encontro das CEBs em Duque de Caxias.
Na diocese de Itaguaí, foi vigário paroquial de Mangaratiba; diretor espiritual e professor de Pastoral e Teologia Espiritual no Seminário de Nova Iguaçu; pároco da paróquia Santa Terezinha de Piranema, em Itaguaí; diretor do Centro Missionário diocesano e administrador Diocesano de Itaguaí.

Seu lema episcopal é “Dar a vida pelos irmãos”.

Fonte: CNBB