Mostrando postagens com marcador Doutores da Igreja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doutores da Igreja. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Santa Hildegarda será 4ª mulher reconhecida como Doutora da Igreja



Santa Hildegarda de Bingen será a quarta mulher a ser reconhecida pela Igreja Católica como "doutora da Igreja". O título será concedido pelo Papa Bento XVI neste domingo, 7, durante a Missa que marca o início da Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos. Na ocasião, São João de Ávila também receberá a distinção. 

Até hoje, a Igreja Católica reconheceu 33 doutores, entre os quais três mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresinha de Lisieux. 

A monja beneditina Hildegarda nasceu em 1098 e faleceu em 1179 no atual território germânico foi oficialmente canonizada por Bento XVI no último dia 10 de maio.

No dia em que o Papa anunciou a intenção de proclamar os dois novos doutores da Igreja Católica, ele destacou a “marca intensa de fé” que estes santos deixaram, “em períodos e ambientes culturais bem diferentes”.

Hildegarda, disse o Papa, “assumiu o carisma beneditino no meio da cultura medieval, foi uma autêntica professora da teologia e estudou aprofundadamente a ciência natural e a música”.

A monja e fundadora de dois mosteiros escreveu livros de mística e teologia, textos de medicina e análises de fenômenos naturais.

Em 1147, o Papa Eugénio III autorizou a mística a divulgar publicamente as suas visões e a falar delas em público, pelo que a partir de então o “prestígio espiritual de Hildegarda cresceu cada vez mais, ao ponto de os contemporâneos lhe atribuírem o título de ‘profeta teutônica’", recordou Bento XVI, em uma das duas catequeses que lhe dedicou em setembro de 2010, no Vaticano. 

O atual Papa elogiou a “sabedoria espiritual” e “santidade de vida” da germânica e sublinhou que as suas visões místicas são “ricas de conteúdos teológicos”, em particular a “poderosa visão do Deus que vivifica o cosmos com a sua força e luz”.

“Hildegarda manifesta a versatilidade de interesses e a vivacidade cultural dos mosteiros femininos da Idade Média, contrariamente aos preconceitos que ainda pesam sobre aquela época”, disse.

O título de doutor da Igreja é atribuído a fiéis que se tenham distinguido pela santidade de vida, ortodoxia doutrinal e sabedoria.
Fonte: Canção Nova

São João de Ávila será proclamado doutor da Igreja neste domingo



O Papa Bento XVI vai proclamar neste domingo, 7, o religioso espanhol São João de Ávila (1499-1569) como “doutor da Igreja”, distinção que também será concedida à Santa Hildegarda de Bingen. O ato acontecerá na Celebração Eucarística que marca o início da Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos.

São João de Ávila, que foi canonizado em 31 de maio de 1970, pelo Papa Paulo VI, apoiou Santa Teresa de Ávila na reforma da Ordem Carmelita e o português São João de Deus na fundação de casas de apoio aos desfavorecidos.

Bento XVI revelou oficialmente que iria proclamar dois novos Doutores da Igreja Católica no dia 27 de maio, destacando a “marca intensa de fé” que estes santos deixaram, “em períodos e ambientes culturais bem diferentes”.

O Papa sublinhou que São João de Ávila “participou e trabalhou na renovação cultural e religiosa da Igreja e na configuração da sociedade na transição para a modernidade”.

Em um encontro com bispos espanhóis, em Madri, no dia 20 de agosto de 2011, Bento XVI anunciara a intenção de proclamar o padroeiro do clero secular espanhol como ‘doutor da Igreja Universal’, em resposta aos da Conferência Episcopal Espanhola, bem como de “um grande número de arcebispos e bispos de outras partes do mundo, e de muitos fiéis”.

O ‘Apóstolo da Andaluzia’, como é conhecido, foi apresentado pelo Papa, a 20 de maio deste ano, como alguém marcado pelo “seu conhecimento profundo da Sagrada Escritura, dos santos Padres, dos concílios, das fontes litúrgicas e da teologia saudável, juntamente com o seu amor fiel e filial pela Igreja”.

Isso “tornou-o um autêntico renovador, numa época difícil da história da Igreja”, acrescentou Bento XVI.

A Igreja Católica reconheceu até hoje 33 doutores, entre os quais Santo António de Lisboa e três mulheres: Teresa de Ávila, Catarina de Sena e Teresinha de Lisieux.

O título de doutor da Igreja é atribuído a fiéis que tenham se distinguido pela santidade de vida, ortodoxia doutrinal e sabedoria.
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 28 de maio de 2012

São João D’Ávila e Santa Hildegarda serão doutores da Igreja



Depois da Celebração Eucarística na Basílica Vaticana para a Solenidade de Pentecostes, o Papa Bento XVI, da janela de seu escritório, fez a oração do Regina Coeli e anunciou que proclamará doutores da Igreja São João D’Ávila e Santa Hildegarda de Bingen.

“Estou contente de anunciar que no dia 7 de outubro, no início da Assembleia Ordinária do Sínodo dos Bispos, proclamarei São João D’Ávila e Santa Hildegarda de Bingen doutores da Igreja universal”, disse.

O Papa recordou que João D’Ávila (1499-1569) era um sacerdote diocesano que viveu nos últimos anos do renascimento espanhol, participou do processo de renovação cultural e religiosa da Igreja e da sociedade no alvorecer da modernidade, “mas a santidade de vida e a profundidade da doutrina são perenemente atuais: a graça do Espírito Santo, de fato, lhe projetou nessa experiência de penetrante compreensão da revelação divina e de inteligente diálogo com o mundo que constituem o horizonte permanente da vida e da ação da Igreja”.

Já a alemã Hildegarda (1098-1179) foi monja beneditina no período central da Idade Média, autêntica mestra de teologia e profunda estudiosa das ciências naturais e da música.

“Sobretudo, à luz do projeto de uma nova evangelização, a qual será dedicada a já mencionada Assembleia do Sínodo dos Bispos, e a vigília do Ano da Fé, estas duas figuras de Santos e Doutores são de considerável importância e atualidade. Também nos nossos dias, através dos ensinamentos deles, o Espírito do Senhor ressuscitado continua a fazer ressoar Sua voz e iluminar o caminho que conduz a esta Verdade que unicamente pode nos tornar livres e dar sentido pleno a nossa vida”, afirmou Bento XVI. 
Fonte: Canção Nova

sábado, 20 de agosto de 2011

Papa anuncia que irá proclamar novo doutor da Igreja



Durante a Missa para os seminaristas, na manhã deste sábado, 20, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Madri, na Espanha, o Papa Bento XVI anunciou que vai declarar São João de Ávila como novo Doutor da Igreja.

“Com grande alegria, no marco da santa igreja Catedral de Santa Maria a Real da Almudena, quero anunciar agora ao povo de Deus que, acolhendo os pedidos do Senhor Presidente da Conferência Episcopal Espanhola, o Eminentíssimo Cardeal Antônio Maria Rouco Varela, Arcebispo de Madri, dos outros Irmãos no Episcopado da Espanha, bem como de um grande número de Arcebispos e Bispos de outras partes do mundo, e de muitos fiéis, declararei, proximamente, São João de Ávila, presbítero, Doutor da Igreja”, disse o Papa.

Ao divulgar esta notícia, o Pontífice expressou seu desejo de colocar as palavras e a vida desde santo como exemplo para os seminaristas ali presentes.

“Convido todos a dirigirem o olhar para ele, e confio à sua intercessão os Bispos da Espanha e de todo o mundo, bem como os presbíteros e seminaristas para que, perseverando na mesma fé que ele ensinou, possam modelar seu coração conforme os sentimentos de Jesus Cristo, o Bom Pastor, a quem seja dada toda glória e honra por todos os séculos dos séculos”, destacou Bento XVI.


Quem são os doutores da Igreja?

A Igreja Católica atribui oficialmente o título de doutor da Igreja àquelas pessoas que têm uma autoridade teológica e doutrinal, em razão da certeza de seu pensamento, a santidade de suas vidas e a relevância de suas obras.

Atualmente existem 33, dos quais 3 são mulheres. A última a ser declarada doutora da Igreja foi Santa Teresinha de Lisieux em 19 de outubro de 1997.


São João de Ávila


João de Ávila, nasceu em Almodóvar del Campo, em Castilla Nueva. Estudou filosofia e teologia na Universidade de Alcalá. É considerado como um dos mais influentes Santos da Espanha do século XVI. Foi amigo de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (jesuítas) e conselheiro espiritual da Santa Teresa, se atribui a ele também a conversão de São Francisco de Borja e São João de Deus.

Ordenado sacerdote mostrou tal eloquência, que o Arcebispo de Sevilha pediu que se dedicasse à evangelização em seu país. Trabalhou durante 9 anos nas missões de Andaluzia.

Dedicou-se a pregar o Evangelho em todas as regiões da Espanha, principalmente nas cidades. Os mais famosos de seu escritos são suas cartas e o tratado: “Audi Filia”.

Foi beatificado em 1894 e canonizado pelo Papa Paulo VI em 31 de maio de 1970. Sua festa se celebra no dia 10 de maio.
Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 12 de maio de 2011

49ª AG : Celebração Ecumênica marca noite de quarta - feira


Uma celebração ecumênica marcou o encerramento das atividades do oitavo dia da 49ª Assembleia Geral da CNBB, que começou no último dia 4 de maio e termina na sexta-feira, 13.

A celebração aconteceu no plenário da Assembleia, no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho e contou com a participação dos mais de 300 bispos e de representantes das Igrejas Episcopal Anglicana do Brasil; Evangélica de Confissão Luterana do Brasil; Sirian ortodoxa do Brasil; Sirian Ortodoxa de Antioquia; Presbiteriana Unida do Brasil; Apostólica Armênia e Comunidade Evangélica Carisma de São Paulo. O momento teve ainda a participação do rabino Michel Schelesinger, da Comissão Católico Judaica.

Durante sua homilia, o reverendo Gerson Antônio Urban, da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, refletiu sobre o capitalismo e momento atual por que passa a humanidade com o consumismo e o antropocentrismo. “Diante dos interesses políticos e de mercado, precisamos falar da Palavra de Deus, do significado do amor de Deus, num momento em que tudo gira em torno da terra e dos interesses do homem”, sublinhou.

O reverendo diante de mais de 300 bispos da Igreja Católica e de representantes de Igrejas cristãs no Brasil, ressaltou que, “para que homens, mulheres e crianças possam ser mais felizes, é preciso criar um espaço onde não há lágrimas, mas que Deus seja um transformador da nossa realidade. “É preciso deixar que o construtor de jardins continue a levar para a humanidade a felicidade que realmente nós podemos ter, que hoje é esmagada pelo lucro, destruição de florestas, poluição”.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, dom José Alberto Moura, falou da responsabilidade das Igrejas Cristãs em se preocupar com a unidade e as responsabilidades sociais. “Como Igrejas temos a grande responsabilidade de superar as desigualdades que nos impedem de ser luz. Que Deus nos ajude que, com sua graça, implantaremos melhor o seu reino”.

Dom Manoel João Francisco, bispo de Chapecó (SC) e novo presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) para o próximo quadriênio, destacou os 30 anos da entidade a ser comemorado no próximo ano. Ele chamou a atenção dos presentes na celebração para a importância da promoção do ecumenismo. “Só através da unidade conseguimos formar uma única Igreja capaz de desenvolver trabalhos em prol da humanidade e é assim que iremos caminhar, hoje e sempre”.

Também em nome do Conic, a vice-presidente, presbítera Elinete Wanderley Paes Miller, da Igreja Presbiteriana Unida, falou da alegria da entidade pela eleição do novo presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, e convidou a CNBB a “um diálogo estreito e parceiro na busca pelo ecumenismo”.

O representante da comunidade católico-judaica, Michel Schelesinger, falou dos vínculos entre líderes católicos e judeus no Brasil, “que são constantemente estabelecidos e promovidos como importantes para a unidade e o diálogo inter-religioso”. O rabino lembrou os nomes do novo presidente da CNBB, cardeal Damasceno Assis e do cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, como “promotores incansáveis do diálogo católico-judaico. Schelesinger citou também como promotor do ecumenismo o sociólogo, padre José Bison.
Fonte: CNBB

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Bispos gregos advertem contra retirada do crucifixo



Os bispos católicos gregos advertiram que a proibição da exposição do crucifixo em repartições públicas não contribuirá para a convivência pacífica na Europa.

É o que afirmam em um comunicado divulgado em 11 de junho pelo Santo Sínodo da Hierarquia Católica da Grécia, por ocasião da decisão judicial de 30 de junho referente ao recurso da Itália, apoiado por outros países da União Europeia, sobre a sentença que obriga a retirada dos crucifixos das repartições públicas.

O comunicado é assinado pelo presidente do Sínodo, Dom Franghiskos Papamanolis, bispo de Santorini e vigário de Creta, e pelo secretário do órgão, Dom Nikolaos Printesis, arcebispo de Naxos, Andros, Tinos e Mykonos e vigário de Chios.

Para os prelados, “a condenação da Itália, um país de cultura cristã universal e tradição histórica, cuja capital é também sede da Santa Sé Apostólica do Bispo de Roma e centro da Igreja Católica, seria o mais importante de uma série de ações já explicitadas, entre as quais a recusa dos dirigentes políticos e representantes dos países europeus em reconhecer na Constituição as raízes cristãs de nosso velho continente”.

“Uma pequena minoria pode impedir que uma vasta maioria expresse sua fé em conformidade com as tradições de seu povo, mas que ao mesmo tempo, não permitirá que as minorias religiosas sejam impedidas de expressar sua própria fé”, diz o comunicado.

Os prelados insistem no fato de que “o respeito recíproco às tradições religiosas é necessário numa sociedade que se torna cada vez mais multicultural”.

Esta é a única maneira de se “assegurar a convivência pacífica entre todos os credos e tradições, condenando toda forma de fundamentalismo religioso, que só trouxe dor à humanidade”.

Para os bispos gregos, “não se deve proibir a exibição pública de símbolos cristãos em sociedades que têm séculos de tradição cristã, especialmente nos ambientes em que se desenvolve a autoconsciência religiosa das crianças e dos jovens”.

“Seria uma contradição negar o patrimônio espiritual e cultural de um país, cujas raízes fazem parte do futuro”, concluem os prelados.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cardeal Meisner: antes de mudar Igreja, é preciso mudar próprio coração


Para tornar a Igreja "mais atraente", o primeiro passo não deve ser tentar mudá-la, e sim buscar mudar o próprio coração.

Foi o que afirmou o cardeal Joachim Meisner, arcebispo de Colônia (Alemanha), na manhã desta quarta-feira,09 de junho, na Basílica de São Paulo de fora dos Muros, durante a meditação por ele oferecida antes da Celebração Eucarística presidida pelo cardeal Cláudio Hummes, por ocasião do encerramento do Ano Sacerdotal.

Uma vez que a Igreja é a Ecclesia semper reformanda, explicou o cardeal Meisner, nela tanto o sacerdote como o bispo são também um semper reformandus e, como Paulo em Damasco, "devem sempre ser atirados ao chão de seu cavalo, para cair nos braços de Deus misericordioso, que os envia depois ao mundo".

Para isso, "não é suficiente que em nosso trabalho pastoral desejemos levar a cabo correções nas estruturas de nossa Igreja (...); é preciso uma mudança de coração, em meu coração".

"Somente um Paulo convertido foi capaz de mudar o mundo", enfatizou.

O cardeal Meisner reconheceu que "uma das perdas mais trágicas" sofridas pela Igreja na segunda metade do século XX foi "a perda do Espírito Santo no sacramento da Reconciliação".

A participação escassa neste sacramento é, segundo ele, "a raiz de muitos males na vida da Igreja e do sacerdote".

"Quando os fiéis me perguntam: ‘como podemos ajudar nossos sacerdotes?', sempre respondo: ‘confessando-se com eles!'", acrescentou.

Para o purpurado, "quando o sacerdote deixa de ser um confessor, torna-se um assistente social religioso, entrando em uma grave crise de identidade".

"Confessar-se significa recomeçar a crer - e, ao mesmo tempo, descobrir - que até então não havíamos nos dedicado com suficiente profundidade e que, por isso, devemos pedir perdão."

De fato, é nesse sacramento que se encontra "o Pai misericordioso com os dons mais preciosos que tem para oferecer - o perdão e a graça".

Com a confissão, concluiu, "volta-se para o interior do próprio movimento do amor de Deus e do amor fraterno, na união com Deus e com a Igreja, pelo qual se exclui o pecado".

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

01 de Outubro - Santa Teresinha do Menino Jesus - Virgem e Doutora


"Não quero ser santa pela metade, escolho tudo". A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração - e o de todos nós - foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária "desde a criação do mundo até a consumação dos séculos". Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia "História de uma alma" e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de outubro de 1897 dizendo suas últimas palavras: "Oh!...amo-O. Deus meu,...amo-Vos!"Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada "Patrona Universal das Missões Católicas" em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

30 de Setembro - São Jerônimo - Presbítero e Doutor


Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande "tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras": São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase: "Ignorar as Escrituras, é ignorar a Cristo."Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de amante dos estudos em Roma. Estando na "Cidade Eterna", Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e esforçava-se por decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Em Roma, Jerônimo teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, Jerônimo apresentava-se como cristão e era repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). Cerca do fim desta permanência em Roma, Jerônimo recebeu o Batismo.Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal. Saiu de Roma, e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o "Dia da Bíblia" no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.São Jerônimo, rogai por nós!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

03 de Setembro - São Gregório Magno - Papa e Doutor


Hoje, celebramos a memória deste Magno (Grande) de Cristo: São Gregório I. Nascido em Roma no ano 540, numa família nobre que muito o motivou a vida pública. Gregório (cujo nome significa "vigilante"), chegou a ser um ótimo prefeito de Roma, pois era desapegado dos próprios interesses devido sua constante renúncia de si mesmo. Atingido pela Graça de Deus, São Gregório chegou a vender tudo o que tinha para auxiliar os pobres e a Igreja.São Bento exercia forte influência na vida de Gregório, por isso, além de ajudar a construir muitos mosteiros, entrou para a vida religiosa do "Ora et Labora". Homem certo, no lugar certo, este foi Gregório que era alguém de senso de dever, de medida e dignidade. Além da intensa vida interior, bem percebida quando escreveu sobre o 'ideal do pastor':" O verdadeiro pastor das almas é puro em seu pensamento... Sabe aproximar-se de todos, com verdadeira caridade . Eleva-se acima de todos pela contemplação de Deus."Com a morte do Papa da época, São Gregório foi o escolhido para "sentar" na Cátedra de Pedro no ano de 590, e assim chefiar com segurança a Igreja num tempo em que o mundo romano passava para o mundo medieval. São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja que conquistou o Céu com 65 anos de idade (no ano 604), deixou marcas em todos os campos, valendo lembrar que na Liturgia há o Canto Gregoriano, o qual eleva os corações a Deus, fonte e autor de toda santidade. São Gregório Magno... Rogai por nós!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

28 de Agosto - Santo Agostinho - Bispo e Doutor


Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um "empurrão" quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: "Toma e lê", e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:"...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo...não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências".
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de "perder" sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.

Santo Agostinho, rogai por nós!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

20 de Agosto - São Bernardo - Abade e Doutor


Com muita alegria celebramos a santidade do abade e doutor da Igreja: São Bernardo. Nascido no Castelo de Fontaine em 1904, perto de Dijon (França), pertencia a uma família nobre, a qual se assustou com sua decisão radical de seguir Jesus como monge cisterciense. São Bernardo é considerado pela Família Cisterciense um segundo fundador, pois atraía a tantos para a Ordem, que as mães e esposas afastavam os filhos e maridos do santo; tamanho era real o poder de atração de Bernardo que todos os irmãos, primos e amigos o seguiram. Homem de oração, destacou-se como pregador, prior, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de Papas, Reis, Bispos e também polemista, político e pacificador.Aconteceu que São Bernardo, mesmo sendo contemplativo, entrou no concreto da realidade da sua época, a ponto de participar de várias polêmicas internas e externas da Igreja da época.No ano de 1115, o seu abade Estevão mandou-o com doze companheiros fundar, no Vale do Absíntio, aquilo a que São Bernardo chamou Vale Claro (Claraval). Do Mosteiro de Claraval, o santo irradiava a luz do Cristianismo, isto também pelos escritos, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos; a invocação é fruto de sua profunda e sólida devoção a Nossa Senhora: "Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria". Pela Mãe do Céu, foi acolhido na eternidade em 1153. Escreveu numerosas obras, milhares de cartas, mais de 300 sermões; interveio em todas as disputas doutrinais, em todas as grandes questões religiosas e seculares da época. Por ordem de tempo, considera-se o último dos Padres da Igreja. Um seu editor, falecido em 1707, Mabillon, escreveu sobre ele: "É o último dos Padres mas iguala os maiores".São Bernardo, rogai por nós!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

15 de Julho - São Boaventura - Bispo e Doutor


O santo de hoje, foi bispo e reconhecido doutor da Igreja do Cristo que chamou pescadores, camponeses para segui-lo no carisma de Francisco de Assis, mas também homens cultos e de ciência. São Boaventura era um destes homens de muita ciência, porém de maior humildade e conhecimento de Deus, por isto registrou o que vivia.
Escreve ele:
"Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspeção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça". Boaventura nasceu no centro da Itália em 1218 e ao ficar muito doente recebeu a cura por meio de uma oração feita por São Francisco de Assis, que percebendo a graça tomou-o nos braços e disse: "Ó, boa ventura!". Entrou na Ordem Franciscana e, pela mortificação dos sentidos e muita oração exerceu sua vocação franciscana e sacerdócio na santidade, a ponto do seu mestre qualificar-lhe assim: "Parece que o pecado original nele não achou lugar". São Boaventura, antes de se destacar como santo bispo, já chamava - sem querer - a atenção pela sua cultura e ciência teológica, por isso ao lado de Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino, caracterizaram o século XIII como o tempo de sínteses teológicas. Certa vez, um frei lhe perguntou se poderia salvar-se, já que desconhecia a ciência teológica; a resposta do santo não foi outra: "Se Deus dá ao homem somente a graça de poder amá-Lo isso basta... Uma simples velhinha poderá amar a Deus mais que um professor de teologia". O Doutor Seráfico, assumiu muitas responsabilidades, como ministro geral da Ordem Franciscana, bispo, arcebispo, até que depois de tanto trabalhar, ganhou com 56 anos o repouso no Céu. São Boaventura, rogai por nós!

sábado, 13 de junho de 2009

13 de Junho - Santo Antônio de Pádua - Presbítero e Doutor


Neste dia, celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho de mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças. Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do "Pobre de Assis", o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as Ciências, que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família Francisca através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna. Santo Antônio, rogai por nós!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Igrejas se unem para celebrar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos





Com o tema “Unidos na tua mão” (Ez 37, 17), o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), que reúne oito igrejas cristãs, incluindo a Igreja Católica, realiza, entre os dias 24 e 31 de maio, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2009. O evento trata-se de um convite a rezar juntos pelo processo de educação das comunidades cristãs no caminho da reconciliação.
Segundo o secretário-geral do Conic, reverendo Luiz Alberto Barbosa, a Semana é um caminho de “reconciliação, para transformar as nossas relações humanas conforme o Evangelho”. O secretário explica que a Semana é motivada pela necessidade de se fazer uma reflexão mundial em torno do mesmo tema, para a contribuição da unidade entre as igrejas cristãs. O acontecimento é mundial, mas realizado em diferentes datas.
“Na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos queremos esquecer nossas mínimas diferenças e relembrar as palavras de Jesus sobre a importância de nossas semelhanças como cristãos”. Para o reverendo Luiz Alberto, “As afinidades das igrejas cristãs em torno de Jesus são mais fortes do que as diferenças”. O secretário lembra que não só as igrejas integrantes do Conic participam do evento, como também as igrejas Batista, Assembleia de Deus, Metodista, Sara Nossa Terra, e outras.
O presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Alberto Moura, diz que o evento é a maior manifestação de unidade entre os cristãos do mundo inteiro. “A Semana é fundamental para os cristãos de todo o mundo. A celebração visa unir as igrejas no seguimento de Jesus Cristo como um só pastor e nós como um só rebanho. Com o encontro, nós não conseguimos cumprir o sonho de Jesus pela unidade, mas já é um bom começo”, ressalta.
Como acontece
A abertura nacional da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos acontece às 19h do próximo dia 23 de maio, em Brasília, na catedral Anglicana. Durante a semana, de 24 a 31 de maio, dioceses, paróquias e comunidades da Igreja Católica recebem fiéis de outras igrejas para fazer, assim, as celebrações com o material do Conic. Da mesma forma acontece também nas Igrejas evangélicas que recepcionam fiéis de variadas confissões religiosas cristãs.
Ainda segundo o reverendo Luiz Alberto, o tema deste ano “Unidos na tua mão” (Ez 37, 17), foi proposto pela Conferência Episcopal da Coreia do Sul. A motivação para a escolha é a divisão das duas Coreias [Sul e Norte]. “Com a escolha os bispos daquele país lembram que há a necessidade urgente da unidade entre esses dois países”.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

29 de Abril - Santa Catarina de Sena - Virgem e Doutora


Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Esta mulher, que foi reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.
Tendida à oração, silêncio e penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.
Dotada de dons místicos, recebeu espiritualmente e realmente, as chagas do Cristo; além de manter uma tão profunda comunhão com o pai, que deu origem à sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação do seu povo, ajudou em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e, com igual amor socorreu Igreja que, com dois Papas, sofria divisão, até que Catarina, santamente, movimentou os Céus e a terra, conseguindo assim. Banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".
Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

28 de Janeiro - Santo Tomás de Aquino - Sacerdote e Doutor











Neste dia lembramos uma das maiores figuras da teologia Católica: Santo Tomás de Aquino. Conta-se que, quando criança, com cinco anos, Tomás, ao ouvir os monges cantando louvores a Deus, cheio de admiração perguntou: "Quem é Deus?". A vida de santidade de Santo Tomás foi caracterizada pelo esforço em responder, inspiradamente para si, para os gentios e a todos sobre os Mistérios de Deus. Nasceu em 1225 numa nobre família, a qual lhe proporcionou ótima formação, porém visando a honra e a riqueza do inteligente jovem, e não a Ordem Dominicana, que pobre e mendicante atraia o coração de Aquino. Diante da oposição familiar, principalmente da mãe condessa, Tomás chegou a viajar às escondidas para Roma com dezenove anos, para um mosteiro dominicano, porém, ao ser enviado para Paris, foi preso pelos irmãos servidores do Império. Levado ao lar paterno ficou, ordenado pela mãe, por um tempo detido, tudo isto com a finalidade de fazê-lo desistir da vocação, mas nada adiantou. Livre e obediente à voz do Senhor, prosseguiu nos estudos sendo discípulo do mestre Alberto Magno. A vida de Santo Tomás de Aquino foi tomada por uma forte espiritualidade Eucarística, na arte de pesquisar, elaborar, aprender e ensinar pela Filosofia e Teologia os Mistérios do Amor de Deus. Pregador oficial, professor e consultor da Ordem, Santo Tomás escreveu, dentre tantas obras, a Suma Teológica e a Suma contra os gentios. Chamado doutor Angélico, Tomás faleceu em 1274, deixando para a Igreja o testemunho e, praticamente a síntese do pensamento católico. Santo Tomás de Aquino, rogai por nós!

sábado, 24 de janeiro de 2009

24 de Janeiro- São Francisco Sales - Bispo e Doutor







Nasceu no Castelo de Sales em 1567. Sua mãe, a condessa, buscou formar muito bem o seu filho com os padres da Companhia de Jesus, onde aprendeu línguas. Muito cedo, fez um voto de viver a castidade e buscar sempre a vontade do Senhor. Ao longo da história deste santo muito amado, vamos percebendo o quanto ele buscou e o quanto encontrou o que Deus queria. Mais tarde, São Francisco escreveu “Introdução à vida devota” e, vivendo do amor de Deus, escreveu também o “Tratado do amor de Deus”.Atacado por uma tentação de desconfiar da misericórdia do Senhor, a resposta ele buscou com o auxílio de Nossa Senhora; por isso, foi dissipada aquela tentação. Estudou direito em Pádua, mas, contrariando familiares, quis ser sacerdote. E foi um sacerdote buscando a santidade não só para si, mas também para os outros.No seu precorrer de pregações, de zelo apostólico e de evangelização, semeando a unidade e espalhando, com a ajuda da imprensa, a sã doutrina cristã. Foi escolhido por Deus para o serviço do episcopado em Genebra. Primeiro, como coadjutor, depois, sendo o titular. Um apóstolo do amor e da misericórdia. Um homem que conseguiu expressar, com o seu amor e a sua vida a mansidão do Senhor.Diz-se que, depois de sua morte, descobriu-se que sua mesa de trabalho estava toda arranhada por baixo, porque, com seu temperamento forte, preferia arranhar a mesa do que responder sem amor, sem mansidão para as pessoas.Foi fundador da 'Ordem da Visitação', mas também um exemplo para tantos religiosos como os salesianos de Dom Bosco. Eles são chamados assim por causa do testemunho de São Francisco de Sales.Ele morreu com 56 anos, sendo que 21 anos foram vividos no episcopado como servos para todos e sinal de santidade.Peçamos a intercessão desse grande santo para que, numa vida devota e vivendo do amor de Deus, possamos percorrer o nosso caminho em busca de Deus em todos os caminhos.São Francisco de Sales , rogai por nós!