Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta "casa", que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo. Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus. De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade. Nossa Senhora, rogai por nós!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Celebrando o Mês da Bíblia

Para a Igreja no Brasil, setembro é o Mês da Bíblia. A origem dessa comemoração remonta ao ano de 1947, quando a Liga de Estudos Bíblicos organizou a 1ª Semana Bíblica Nacional. Uma proposta dessa Semana foi a instituição do Dia da Bíblia, celebrado no último domingo de setembro, próximo da festa de São Jerônimo (dia 30), responsável pela tradução da Bíblia para o latim, edição conhecida como Vulgata. A celebração desse dia foi crescendo em importância na vida da Igreja. Com o passar dos anos passou-se para a Semana da Bíblia e, a partir de 1971, setembro passou a ser o Mês da Bíblia, celebrado como um tempo especial para nos conscientizar mais ainda sobre seu valor.
A Bíblia é o livro mais importante dos cristãos. Nela se fundamentam os valores e os princípios que norteiam nossa vida. Nela encontramos a revelação de Deus Pai a transmitir a seus filhos os ensinamentos para a plena realização. Por isso ela ocupa um lugar especial nas nossas comunidades.
A Bíblia é o livro mais importante dos cristãos. Nela se fundamentam os valores e os princípios que norteiam nossa vida. Nela encontramos a revelação de Deus Pai a transmitir a seus filhos os ensinamentos para a plena realização. Por isso ela ocupa um lugar especial nas nossas comunidades.
Livro da fé por excelência
Ela é a “Palavra de Deus escrita na linguagem dos homens”. É a revelação do projeto de amor que Deus tem para seus filhos. É o livro da fé por excelência, a base de toda a doutrina cristã. Dividida em duas grandes partes – o Antigo e o Novo Testamentos – tem como centro a pessoa de Jesus Cristo. Por isso, o filósofo Hugo de São Vito dizia que “toda a Sagrada Escritura fala de Cristo e encontra sua plenitude em Cristo, porque forma um único livro, o livro da vida, que é Cristo.” E São Jerônimo ensina que “ignorar as Escrituras Sagradas é ignorar a Cristo”. O Antigo Testamento relata a experiência religiosa do povo hebreu, preparando-se para a vinda do Messias prometido; no início os relatos eram orais e só mais tarde, a partir do século 10º a. C., passaram a ser registrados por escrito. O Novo Testamento, escrito nos séculos 1º e 2º d.C, mostra a vida e os ensinamentos de Jesus de Nazaré e a experiência das primeiras comunidades na vivência desses ensinamentos. Toda a Bíblia quer revelar o projeto de Deus: a libertação integral dos homens. Mostra um Deus que se preocupa com seu povo, libertando-o da escravidão do Egito; que busca a justiça dos pobres e excluídos; que não quer a morte mas o arrependimento e a vida do pecador. Mostra um Deus que deseja que todos tenham vida e a tenham em plenitude.
Deus é o autor da Bíblia
Inspirada por Deus, a Bíblia foi escrita por autores diversos, em épocas diferentes. Os hagiógrafos (autores sagrados) procuraram transmitir a mensagem divina mas com a linguagem e a cosmovisão de sua época. Por isso não se pode lê-la com espírito fundamentalista, interpretando tudo literalmente, mas sabendo ver na linguagem humana as verdades divinas.Também são diversos os gêneros literários: celebrações, histórias reais ou lendárias, leis, poesias, orações, provérbios, sabedoria popular, ensinamentos, essa grande variedade, como um grande caleidoscópio, forma a riqueza da Bíblia. Mas em toda essa obra humana, reconhecemos também a autoria de Deus, pois o apóstolo Pedro nos ensina que “homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus.” (2Pd 1, 20-21)O Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática “Dei Verbum”, ressalta que Deus é o autor principal de toda a Bíblia, mas Ele se serviu de homens para concretizar seu plano: “Na redação dos livros sagrados, Deus escolheu homens, dos quais se serviu fazendo-os usar suas próprias faculdades e capacidades, a fim de que, agindo Ele próprio neles e por eles, escrevessem, como verdadeiros autores, tudo e só aquilo que Ele próprio quisesse.” (DV, 11)Por isso, quando lemos a Bíblia, é o próprio Deus que através dela entra em contato conosco, para nos comunicar sua vida. Essa certeza levou Santo Ambrósio a exclamar: “Ainda agora Deus passeia pelo paraíso quando leio as Escrituras”.
Viver e comunicar a Palavra divina
Somos convidados a ler, entender, viver e comunicar essa palavra, vendo nela a carta de amor que Deus escreveu para nós. Como nos adverte São Gregório Magno, “a Bíblia é a carta de amor de nosso Pai, e nós a deixamos fechada no envelope.”É importante que busquemos na Palavra de Deus nosso sustento espiritual. Em todas as celebrações ela está presente, mas é necessário que esteja também no nosso dia-a-dia, ensinando, corrigindo, como nos lembra o Apóstolo Paulo em sua segunda carta a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, repreender, corrigir, educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, qualificado para qualquer boa obra.” (2Tm 3, 16- 17)Que a Bíblia seja o livro especial dentro dos nossos lares e das nossas comunidades, a iluminar nossa vida e nossa caminhada. Mostremos por ela o mesmo amor que temos por Deus, recordando as palavras de Santo Agostinho: “Beijar a Bíblia é beijar o rosto de Deus.”
A Bíblia mostra o ponto de partida
“Muitos cristãos lêem a Bíblia como um livro de receitas que teria solução para todos os problemas da vida. E ficam frustrados quando descobrem que a Bíblia não dá solução para tudo. Por exemplo, a Bíblia não diz nada diretamente sobre como devemos votar, pois na época do povo da Bíblia não havia eleições democráticas para cargos públicos. Diante dos problemas da vida atual não adianta buscar solução pronta na Bíblia. Ele diz apenas qual o ponto de partida que o povo deve tomar. Quanto ao resto, o povo tem que refletir e decidir.Outro perigo é o do fundamentalismo: interpretar a o texto sagrado ao pé da letra, sem levar em conta o que o texto diz por trás das palavras. Costuma levar ao fanatismo e à intolerância. “Se o teu olho leva você a pecar, arranque-o e jogue-o fora.” (Mt. 5, 29) – não poucas pessoas leram isso ao pé da letra... e Jesus falava em linguagem simbólica. A Bíblia é a Palavra de Deus quando é aberta, lida, meditada e praticada. Quando, porém, fica fechada num canto ou é lida de modo errado, deixa de comunicar a verdade e pode se tornar instrumento de opressão.” (Maria Paula Rodrigues)
domingo, 6 de setembro de 2009
"Coragem, não tenham medo do deserto da vida", diz Papa

O Papa Bento XVI realizou, neste domingo, 6, sua visita pastoral às cidades italianas de Viterbo e Bagnoregio, localizadas na região do Lácio. O Pontífice partiu de Castel Gandolfo e chegou às 9h (hora local) ao Campo Esportivo Municipal "Rocchi", em Viterbo, onde celebrou a Santa Missa. Em sua homilia, Bento XVI sublinhou que na primeira leitura o profeta Isaías encoraja os corações desanimados e diz que quando o Senhor está presente se abrem os olhos do cego e os ouvidos do surdo, o coxo pula como um cervo. "Tudo renasce e tudo revive porque águas benéficas irrigam o deserto".O deserto em sua linguagem simbólica se refere aos eventos dramáticos, às situações difíceis e a solidão que sempre marca a vida do ser humano. E o Papa ressaltou: "O deserto mais profundo é o coração humano, quando ele perde a capacidade de ouvir, de falar, de se comunicar com Deus e com os outros. Torna-se cego porque é incapaz de ver a realidade; fecham-se os ouvidos para não ouvir o grito que implora ajuda; se endurece o coração na indiferença e no egoísmo. Mas agora, anuncia o Profeta, tudo é destinado à mudança; a terra árida será irrigada por uma nova linfa divina. E quando o Senhor vem, fala com autoridade, aos desanimados de coração, de todos os tempos: "Coragem, não tenham medo"!Já no Evangelho de Marcos, Jesus dizendo "Efatá", ou seja, "Abre-te", cura um homem surdo que falava com dificuldade. Bento XVI disse que vemos neste sinal o "ardente desejo de Jesus em vencer no homem a solidão e a incomunicabilidade criadas pelo egoísmo, a fim de dar fisionomia a uma nova humanidade, a humanidade de escuta e da palavra, do diálogo, da comunicação, da comunhão. Uma humanidade boa, como boa é toda a criação de Deus; uma humanidade sem discriminação e sem exclusão".O Santo Padre exortou a Igreja em Viterbo a abrir seu coração à Palavra de Deus, a ter coragem de anunciar o Evangelho, a seguir o itinerário de salvação e a nutrir-se dos sacramentos, que congrega todos os cristãos. Ele ressaltou a importância de investir na "educação para a fé, como busca, como iniciação cristã, como vida em Cristo e a esta experiência são convidadas as paróquias, as escolas, as famílias, as várias associações, os catequistas e todos os educadores".Bento XVI citou como modelos a serem seguidos alguns santos de da província de Viterbo, considerados autênticos pioneiros na educação como Santa Rosa Venerini, São Boaventura de Bagnoregio, Santa Lúcia Filipini, Santa Jacinta Marescotti, beata Gabriela Sagheddu, Domingos Bárberi, entre outros.Junto com a educação para a fé, o Papa ressaltou também a importância do testemunho de fé, que se torna operosa por meio da caridade. Nesta perspectiva as obras da Igreja se tornam sinais da fé e do amor de Deus, que é Amor – como recorda o Papa em suas encíclicas "Deus caritas est" e "Caritas in veritate".O Santo Padre exortou os fiéis de Viterbo a prestarem atenção aos sinais de Deus, pois ele continua nos revelando hoje o seu projeto através de eventos e palavras. "Ouvir a sua Palavra e discernir os seus sinais deve ser o empenho de cada cristão e de toda comunidade", frisou o Papa, que acrescentou: "Fiéis leigos, jovens e famílias, não tenham medo de viver e testemunhar a fé nos vários ambientes da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana. E isto, Viterbo soube expressar com pessoas de prestígio. Passam as estações da história, mudam os contextos sociais, mas não muda e não sai de moda a vocação dos cristãos a viver o Evangelho na solidariedade com a família humana. Nisso consiste o empenho social, o serviço próprio da ação política, o desenvolvimento humano integral".O Papa exortou a Igreja em Viterbo a não ter medo e a confiar em Cristo, quando o coração se desanimar no deserto da vida e finalizou sua homilia pedindo a intercessão de todos os santos daquela região e de Nossa Senhora do Carvalho, padroeira da diocese de Viterbo, a fim de que os fiéis tenham o desejo de proclamar, com palavras e ações, a presença e o amor de Cristo.
23º Domingo Comum - Ano B

Leituras : 1ª Leitura Isaías 35,4-7 Salmo Responsorial 145(146 ) 2ª Leitura Tiago 2,1-5 Evangelho Marcos 7,31-37
— O Senhor esteja convosco!— Ele está no meio de nós.— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor!Naquele tempo, 31Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole.32Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. 34Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!”35Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. 36Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
03 de Setembro - São Gregório Magno - Papa e Doutor

Hoje, celebramos a memória deste Magno (Grande) de Cristo: São Gregório I. Nascido em Roma no ano 540, numa família nobre que muito o motivou a vida pública. Gregório (cujo nome significa "vigilante"), chegou a ser um ótimo prefeito de Roma, pois era desapegado dos próprios interesses devido sua constante renúncia de si mesmo. Atingido pela Graça de Deus, São Gregório chegou a vender tudo o que tinha para auxiliar os pobres e a Igreja.São Bento exercia forte influência na vida de Gregório, por isso, além de ajudar a construir muitos mosteiros, entrou para a vida religiosa do "Ora et Labora". Homem certo, no lugar certo, este foi Gregório que era alguém de senso de dever, de medida e dignidade. Além da intensa vida interior, bem percebida quando escreveu sobre o 'ideal do pastor':" O verdadeiro pastor das almas é puro em seu pensamento... Sabe aproximar-se de todos, com verdadeira caridade . Eleva-se acima de todos pela contemplação de Deus."Com a morte do Papa da época, São Gregório foi o escolhido para "sentar" na Cátedra de Pedro no ano de 590, e assim chefiar com segurança a Igreja num tempo em que o mundo romano passava para o mundo medieval. São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja que conquistou o Céu com 65 anos de idade (no ano 604), deixou marcas em todos os campos, valendo lembrar que na Liturgia há o Canto Gregoriano, o qual eleva os corações a Deus, fonte e autor de toda santidade. São Gregório Magno... Rogai por nós!
Padres e diáconos realizaram assembleia







No dia 28 de agosto, padres e diáconos reuniram-se em assembleia no centro pastoral da Paróquia Senhor Bom Jesus, em Rio Claro, dentro do processo da Revisão Ampla que a diocese está realizando. Foi um dia de intensas atividades, que exigiu muita dedicação dos 83 participantes.Presidida pelo bispo diocesano, a assembleia foi dirigida pelo Padre Jucimar Bitencourt, coordenador diocesano de pastoral. Iniciou-se às 9 horas, com a oração. Em seguida, o Padre Jucimar abriu os trabalhos fazendo um resumo de todo o processo da Revisão Ampla, salientando os diversos passos já dados. Depois explicou a dinâmica dos trabalhos e falou do objetivo da assembleia que teve como base nove documentos elaborados a partir de uma ampla pesquisa realizada nas paróquias, enfocando os temas que denominam as nove comissões: Ministério e vida consagrada; Laicato, vida e família; Animação missionária; Caridade, justiça e paz; Bíblico-catequética; Liturgia; Economia e administração; Cultura, educação e meios de comunicação social, e Movimentos.Cada comissão foi objeto de estudo e discussão. Era feita uma apresentação com “slides” mostrando o resultado da pesquisa; depois o articulador de cada comissão fazia uma rápida análise desses dados, apresentava as propostas de ação sugeridas e abria a palavra para debates; finalmente, fazia-se a votação. Os trabalhos encerraram-se às 16 horas. Como foram muitas as propostas votadas e diante da complexidade do processo, os resultados da assembleia ainda não estão totalmente concluídos. Em breve, o secretariado executivo da Revisão Ampla vai elaborar um documento final que será publicado no site da Diocese. O próximo passo da Revisão Ampla será a assembleia com os leigos, que deverá acontecer no dia 28 de novembro.
PLANO DE PASTORAL - A Revisão Ampla é um processo longo que tem como meta obter uma visão concreta da realidade diocesana, procurando encontrar rumos para uma ação pastoral mais organizada e eficiente, definindo-se o 6º Plano de Pastoral Diocesano. Tendo como tema “De fiéis batizados a discípulos missionários” e como lema “Diocese de Piracicaba: escuta, segue e anuncia o Cristo”, o objetivo é analisar amplamente todos os organismos diocesanos, as pastorais, movimentos e associações, para fortalecer as atitudes concretas de evangelização e se chegar a um plano de pastoral bem refletido.Para realização da Revisão Ampla, foram delineadas as áreas de trabalho, as nove comissões. O critério na escolha dessas áreas foi o de estabelecer consonância à estrutura do Regional Sul-1 da CNBB, com alguns pequenos ajustes, visando facilitar o conjunto do trabalho. As comissões tem estes articuladores: Ministério e vida consagrada – Padre João Carlos da Cunha; Laicato, vida e família – Padre Reinaldo César Demarchi; Animação missionária –Padre Mário Luiz Tognali; Caridade, justiça e paz – Padre Claudemir Aparecido da Rocha; Bíblico-catequética - Padre Pedro Luís S. Rubio; Liturgia – Padre Kleber Fernandes Danelon; Economia e administração – Padre Carlos Roberto Dóllo; Cultura, educação e meios de comunicação social – Padre José Cipriano Ramos Filho, e Movimentos – Padre Paulo Roberto Saraiva de Brito.
Papa concedeu título de Monsenhor ao Pe. Mário


No dia 11 de julho, o Padre Mário Freguglia encerrou sua missão. Pároco emérito da Paróquia Santa Bárbara, o dedicado sacerdote faleceu com 75 anos de idade e 35 de sacerdócio.Morreu sem saber que fora agraciado pelo Papa Bento XVI com o título de Monsenhor “Capelão de Sua Santidade”. A honraria foi concedida pelo Santo Padre no dia 6 de julho, mas o comunicado da Santa Sé chegou à diocese dias depois de seu falecimento. De qualquer forma, é o reconhecimento da Igreja a um dos sacerdotes que dignificaram o clero da nossa diocese. O Padre Reinaldo, pároco da Paróquia Santa Bárbara, decidiu celebrar uma missa festiva no dia 29 deste mês, às 19 horas, durante a qual entregará aos familiares do Monsenhor Mário o documento da Santa Sé concedendo-lhe esse importante título.
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