sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Papa realiza seis canonizações neste sábado



Na manhã deste sábado, 18/02, Bento XVI preside na Basílica de São Pedro, no Vaticano, uma reunião pública com os cardeais chamada de “Consistório Ordinário”. Neste encontro, além da criação de 22 novos cardeais, o papa irá realizar a canonização de seis beatos, de diferentes partes do mundo.
A lista dos canonizados é a seguinte:
2 sacerdotes: James Berthieu, sacerdote professo da Companhia de Jesus, que nasceu na França em 1838, mas morreu como mártir em Madagascar em 1896; e Giovanni Battista Piamarta, sacerdote que fundadou a Congregação Família de Nazaré e humildes servos do Senhor. Italiano que viveu entre 1841 e 1913, ficou conhecido como “o pai dos trabalhadores”.
2 religiosas: Maria do Monte Carmelo, virgem fundadora da Congregação Missionária do Ensino Irmãs Concepcionistas; e Mary Anne Cope, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York);
3 leigos: Pedro Calungsod, que viveu no século XVII, falecido aos 17 anos nas Filipinas, onde era sacristão e catequista. Sofreu o martírio junto com outro beato, Diego de San Luis Vitores. Catherine Tekakwitha, que foi a primeira nativa norte-americana beatificada, e que agora será canonizada; eAnna Schäffer, alemã que viveu na virada do século XIX para o XX e que se destacou por sua fé na vontade de Deus, apesar de seu estado de doença que a deixou na cama por 25 anos.
A cerimônia de canonização será realizada na Basílica Vaticana após a liturgia de criação dos 22 novos cardeais da Igreja Católica. Entre eles, está o arcebispo emérito de Brasília e atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Religiosa e Sociedade de Vida Consagrada, o brasileiro dom João Braz de Aviz.
 Fonte: CNBB

Representante do Vaticano vem ao Rio acertar detalhes da JMJ



O Cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), órgão responsável pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Vaticano, virá ao Rio de Janeiro na segunda-feira, dia 27.

Ele ficará na cidade durante cinco dias, participando de reuniões com os representantes do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de um encontro com representantes de movimentos jovens e comunidades novas do Rio. Na programação, estão previstas visitas aos locais da cidade que poderão receber os eventos oficiais da JMJ Rio2013.

No dia 2 de março, às 11h, o Cardeal Rylko e o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, concederão uma entrevista coletiva sobre o balanço das atividades realizadas pela Comitiva do PCL durante a visita ao Rio. A coletiva será no edifício João Paulo II, na Glória.

Os detalhes da vinda do cardeal ao Rio foram fechados na tarde desta quarta-feira, 15, durante reunião do COL. Desde segunda-feira, os coordenadores de todos os setores da Jornada estão reunidos no Colégio Regina Coeli, na Tijuca, para avaliação dos passos dados, até o momento, na construção da JMJ Rio2013.

Acompanhando o Cardeal Rylko, vêm ao Brasil uma comitiva com mais três representantes do PCL: padre Eric Jacquinet, responsável pela Seção Jovem; Marcello Bedescci, presidente da Fundação João Paulo II para a Juventude e padre João Wilkes Chagas.
Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Campanha da Fraternidade: 49 anos de amor ao próximo e referência democrática



Está chegando a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.
A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.
Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.
“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.
Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome "Campanha da Fraternidade". Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.
“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).
Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se "Voluntários do Papa". Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.
A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.
Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.
“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.
Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.
Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.
A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.
Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.
Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse. (RE)
Fonte: CNBB

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Papa nomeia bispo para Pesqueira e arcebispo para Campinas







Dom Airton dos Santos - Nomeado Arcebispo Metropolitano de Campinas - SP

                                             Dom José Salles - Nomeado Bispo Diocesano de Pesqueira - PE
O papa Bento XVI nomeou na manhã de hoje, 15, para a diocese vacante de Pesqueira (PE), o bispo auxiliar de Fortaleza (CE), dom José Luiz Ferreira Salles. E para a arquidiocese de Campinas (SP), transferiu o bispo de Mogi das Cruzes (SP), dom Airton José dos Santos.
Dom José Luiz
Dom José Luiz Ferreira Salles nasceu em janeiro de 1957, em Itirapina (SP). Sua ordenação episcopal foi em sua terra natal, em 1985, e a ordenação episcopal foi em 2006, na capital cearense.
Fez Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP) e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (SP).
Dom José Luiz já trabalhou nas Missões Populares, foi coordenador da equipe missionária em Garanhuns (PE), administrador paroquial na par[oquia de São Pedro, em Caraúbas, da diocese de Campina Grande (PB) e foi nomeado reitor da Casa de Teologia Inter-Provincial dos Missionários Redentoristas em Fortaleza (2005-2006).
Seu lema episcopal é “Deus é Amor”.
Dom Airton José

Já o novo arcebispo de Campinas, dom Airton José dos Santos, nasceu em 1956, em Bom Repouso (MG). Sua ordenação episcopal se deu no dia 02/03/2002, em São Bernardo do Campo (SP). Estudou Filosofia na Faculdade Associadas do Ipiranga (SP) e Teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP).
Dom Airton foi bispo auxiliar de Santo André (SP), secretário do Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo), membro da Comissão Episcopal para os Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância (2007 a 2011).
Seu lema Episcopal é “Para Fazer ó Deus a Tua Vontade”.
Fonte: CNBB

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cardeal africano aplicará exercícios espirituais para Bento XVI



De 26 de fevereiro a 3 de março serão suspensas as catequeses das quartas-feiras e todas as audiências com o Papa Bento XVI. O Pontífice juntamente com toda a Cúria Romana iniciarão os tradicionais exercícios espirituais da Quaresma, na Capela Redemptoris Mater, no Vaticano. O tema das pregações será: " A comunhão do cristão com Deus" 

Este ano quem estará à frente do retiro é o cardeal africano Laurent Monsengwo Pasinya, da República Democrática do Congo. O cardeal de 72 anos é reconhecido pelo empenho a favor do diálogo e da reconciliação em seu país. 

Trajetória eclesiástica

Dom Laurent Monsengwo Pasinya que é doutor em ciências bíblicas foi nomeado bispo pelo Papa João Paulo II em 1980. Em 2007, ele assumiu a arquidiocese de Kinshasa. Em 2008, ele foi secretário especial do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, sendo o primeiro africano a assumir tal cargo. No Consistório de novembro de 2010 ele foi criado cardeal pelo Papa Bento XVI.
Fonte: Canção Nova

Apresentada no México logomarca da visita de Bento XVI ao país



O Departamento de Comunicação da Conferência Episcopal Mexicana divulgou a logomarca da visita de Bento XVI ao país, de 23 a 26 de março.

Em nota, a Conferência explica o significado da imagem oficial. No fundo, se encontra a figura de Cristo Rei, símbolo de grande importância para a região, já que a visita do Sucessor de Pedro ao país terá lugar na cidade de León, onde fica a sede do monumento a Cristo Rei.

Em primeiro plano, está Nossa Senhora de Guadalupe, que representa todo o México, e que foi reproduzida com contornos suaves, já que sua figura é a sutileza da oração, da pureza de espírito que a humanidade requer para chegar a Deus. O Papa está representado na logomarca com seu próprio nome.

O Conselho de Comunicadores Católicos abriu um portal na internet, www.visitapapal.com onde é possível acessar informações em primeira mão sobre a organização e as atividades por ocasião do evento e documentos pontifícios. (LB)
Fonte: Gaudium Press

Visitas de cortesia aos novos Cardeais no sábado 18/02



CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 10 de fevereiro, 2012 (ZENIT.org) - O Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, anunciou o programa completo para o Consistório do 18-19 de fevereiro.
No 18 de Fevereiro, às 10h30, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI terá o Consistório Ordinário Público para a criação de vinte e dois novos cardeais, a imposição do barrete, a entrega do anel e a atribuição do Título ou Diaconia.
Ao final do rito o Santo Padre realizará um Consistório Ordinário Público para a canonização dos Beatos: Giacomo Berthieu, sacerdote professo da Companhia de Jesus, mártir; Pedro Calungsod, leigo catequista, mártir; Giovanni Battista Piamarta, sacerdote, fundador das Congregações Sagrada Família de Nazaré e Humildes Servas do Senhor; Maria do Monte Carmelo, fundadora da Congregação das Irmãs Concepcionistas Missionárias da educação; Maria Anna Cope, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York), Caterina Tekakwitha, leiga; Anna Schäffer, leiga.
Das 16h30 às 18h30 no próximo sábado, na Sala Paulo VI e em algumas salas do Palácio Apostólico, os novos cardeais receberão aqueles que desejam fazer visitas de cortesia nos seguintes locais:
No átrio da Sala Paulo VI: O cardeal João Braz de Aviz; o cardeal Edwin Frederick O'Brien; o cardeal George Alencherry; o cardeal Lucian Muresan; o cardeal Julien Ries; o cardeal Prosper Grech, OSA.
Na Sala Paulo VI: Cardeal Francesco Coccopalmerio; Cardeal Thomas Christopher Collins; Cardeal Dominik Duka, OP; cardeal Willem Jacobus Eijk; o Cardeal Giuseppe Betori; o cardeal Timothy Michael Dolan; o cardeal Rainer Maria Woelki; o cardeal John Tong Hon.
Na Sala Regia do Palácio Apostólico: Cardeal Fernando Filoni; Cardeal Manuel Monteiro de Castro; Cardeal Giuseppe Bertello.
Na Galeria Lapidaria: Cardeal Santos Abril y Castelló, Cardeal Antonio Maria Vegliò.
Na Sala Ducale: Cardeal Domenico Calcagno e Cardeal Giuseppe Versaldi.
Domingo, 19 de fevereiro, solenidade da Cátedra de São Pedro Apóstolo, às 9h30, na Basílica Vaticana, o Santo Padre presidirá a celebração eucarística com os novos Cardeais.
[Tradução Thácio Siqueira]
Fonte: Zenit